Natália Correia disse à agência Lusa que a demora na abertura ficou a dever-se à necessidade de esperar pela assinatura do protocolo de colaboração com a Segurança Social.

“A unidade tem capacidade para 31 camas, distribuídas por 12 quartos duplos e sete individuais, mas neste momento apenas temos autorização para abrir 22”, acrescentou.

Aquela UCCI, instalada no antigo hospital da Misericórdia, significou um investimento superior a dois milhões de euros.

O Programa Modelar financiou a obra com cerca de 720 mil euros, tendo a Misericórdia contraído um empréstimo bancário para pagar a parte restante.

“Se à unidade propriamente dita somarmos o montante investido na cozinha e na lavandaria, estaremos a falar num valor total de cerca de 3 milhões de euros”, acrescentou.

Em setembro, a Câmara de Cabeceiras de Basto deliberara, por unanimidade, expressar junto do Presidente da República, da Assembleia da República e do Governo a “necessidade urgente” da inclusão daquela unidade na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI), com a celebração de respetivo protocolo de financiamento, viabilizando a sua “imediata” entrada em funcionamento.

A Câmara lembrava que a construção daquela unidade decorreu de um convite do Ministério da Saúde, através dos serviços regionais do norte, e teve o aval do então secretário de Estado da Saúde.

Sublinhava que o impasse na assinatura do protocolo vinha acarretando “elevados custos financeiros e humanos” quer para a Santa Casa, que não tirava qualquer proveito do investimento, quer para a população de Cabeceiras de Basto, que tinha de recorrer a outros concelhos.

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