Reino Unido regista mais 737 mortes e ultrapassa as 10.600

O Reino Unido registou mais 737 mortes de pessoas infetadas nas últimas 24 horas, elevando para 10.612 o total de óbitos durante a pandemia COVID-19, comunicou hoje o Ministério da Saúde britânico.

Na atualização dos dados feita hoje, o número de pessoas diagnosticadas com o novo coronavírus aumentou para 84.279 casos positivos, mais 5.288 do que no dia anterior.

No sábado, o balanço diário tinha registado um aumento de 917 mortes e mais 5.234 novas infeções relativamente ao dia anterior.

Na sexta-feira, o balanço diário das autoridades britânicas registou 980 óbitos de pacientes com COVID-19, o maior aumento número de mortes num só dia na Europa, superando os recordes de Itália (919) e Espanha (950).

Os números das mortes referem-se a pacientes diagnosticados com covid-19 que morreram no hospital até às 17:00 horas da véspera e são compilados a partir de dados das direções regionais de Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte.

O número de pessoas infetadas é contabilizado de forma diferente e inclui os diagnósticos feitos até às 9:00 horas de hoje.

Estas estatísticas não incluem mortes fora do hospital, como aquelas registadas em lares de idosos, e algumas podem não ser incluídas no balanço diário devido a atrasos no registo dos óbitos, refere o ministério da Saúde.

Os dados foram publicados horas depois de ser anunciado que o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, recebeu alta do hospital onde estava internado há uma semana devido a um agravamento do estado de saúde após contágio com covid-19.

Boris Johnson estava internado no hospital de St. Thomas, em Londres desde 05 de abril, inicialmente “por precaução” para fazer testes devido a sintomas persistentes da doença.

Um agravamento do estado de saúde levou à passagem para uma unidade de cuidados intensivos na segunda-feira, onde passou três noites, encontrando-se desde quinta-feira numa enfermaria normal.

“A conselho da sua equipa médica, o primeiro-ministro não vai regressar imediatamente ao trabalho”, disse hoje um porta-voz, acrescentando que Boris Johnson agradece “a todos em St Thomas ‘pelo excelente tratamento que recebeu”.

Num depoimento tornado público no sábado à noite, Boris Johnson, declarou a propósito dos profissionais de saúde que o trataram: “Não posso agradecer-lhes o suficiente. Devo-lhes a minha vida”.

França ultrapassa 14 mil mortos devido ao vírus

França registou 315 novas mortes em meio hospitalar devido à pandemia de covid-19, nas últimas 24 horas, num total de 14.393 mortos desde 01 de março, anunciou a Direção-Geral da Saúde daquele país.

Em comunicado difundido hoje à comunicação social, as autoridades francesas especificaram que houve desde o início da pandemia 9.523 mortes nos hospitais e 5.140 mortes nos lares. O país regista atualmente 95.403 casos confirmados de covid-19.

Há 31.826 pessoas hospitalizadas em França devido à covid-19, dos quais 6.845 estão nos cuidados intensivos. As autoridades informaram que houve 220 novas entradas nas últimas 24 horas nestes serviços, mas que houve 255 saídas, o que dá um saldo positivo.

"O saldo, que representa uma diminuição no número de pacientes nas unidades de cuidados intensivos, é apenas de 35 pacientes, é ainda uma diminuição muito baixa", pode ler-se no comunicado.

Itália tem 431 novas mortes por coronavírus, o número mais baixo das últimas três semanas

A Itália anunciou, este domingo, 431 novas mortes por COVID-19 nas últimas 24 horas, o número mais baixo desde 19 de março.

É a primeira vez desde essa data que o número de mortos fica abaixo de 500 mortes por dia.

A Itália é um dos países mais atingidos pela pandemia, com um total de óbitos próximo de 20.000 (19.899), segundo dados oficiais.

O país tem neste momento 156.363 casos de infeção, mais 4.092 do no dia anterior.

Espanha com 619 mortes nas últimas 24 horas, número volta a subir

Espanha registou, nas últimas 24 horas, 619 mortes devido ao novo coronavírus, um aumento em relação aos 510 de sábado, havendo até agora um total de 16.972 óbitos, segundo as autoridades sanitárias.

De acordo com o Ministério da Saúde espanhol, há 4.167 novos infetados, o número mais baixo das últimas semanas, sendo agora o total de pessoas que contraíram a doença de 166.019 (dados consolidados às 20:00 de sábado, hora de Lisboa).

Desde o início da pandemia do novo coronavírus, 62.391 pessoas foram consideradas como curadas em Espanha, uma percentagem de 38%, que está a subir, em relação aos casos positivos confirmados.

O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, anunciou hoje que a fase de confinamento continuará, "pelo menos", durante mais duas semanas e avançou que o regresso à normalidade no país será progressivo e cauteloso.

“Não estamos a entrar na segunda fase” porque “o estado de alarme continua e o confinamento geral continua”, disse o chefe do executivo de Espanha na conferência de imprensa realizada hoje por videoconferência desde o Palácio da Moncloa, após a realização de uma videoconferência com os presidentes regionais.

Sánchez também não descartou a possibilidade de manter ou reforçar as restrições atuais, quando a extensão do estado de alarme terminar, no dia 26 de abril, reforçando também que o executivo que lidera garantirá a proteção e a segurança dos trabalhadores, que receberão máscaras para regressarem aos seus postos de trabalho.

“Os trabalhadores que vão recuperar a sua atividade laboral irão contar com essa proteção recomendada”, disse Sánchez na entrevista coletiva por videoconferência, na véspera do retorno dos funcionários às atividades consideradas não essenciais.

A distribuição das máscaras para proteção individual será feita através das forças e corpos de segurança do Estado, indicou.

O executivo de Espanha também está a preparar outras medidas nos setores económico e social para a recuperação futura do país, objetivo pelo qual mais uma vez Sánchez lançou um apelo à unidade e à “diminuição urgente” da tensão política.

Novos casos e infeções curadas em número quase semelhante na Alemanha

A Alemanha regista 2.821 novos casos diagnosticados da COVID-19 nas últimas 24 horas, somando um total de 120.479, e mais 2.700 pessoas curadas, chegando agora às 60.200, de acordo com os dados do Instituto Robert Koch.

A entidade responsável pela prevenção e controlo de doenças adianta que houve um crescimento de 129 vítimas mortais em relação ao dia anterior, totalizando 2.673.

A Baviera, maior estado federado da Alemanha, continua a registar o maior aumento e o maior número de casos do país, subindo 829 (mais do que no sábado) para 32.282.

O Presidente alemão, Frank-Walter Steinmeier, sublinhou este sábado, num discurso pouco habitual emitido na televisão, que o país está obrigado a ser solidário com os restantes países europeus, especialmente com os mais afetados pela pandemia covid-19.

“A Alemanha não pode sair forte e saudável desta crise sem que os nossos vizinhos saiam mais fortes e sãos. Trinta anos depois da reunificação da Alemanha e 75 anos depois do fim da II Guerra Mundial, não só nos é pedida solidariedade com a Europa, temos essa obrigação”, frisou.

Mais 34 mortes e 598 infetados por COVID-19 em 24 horas em Portugal. Há já 277 recuperados

Portugal regista hoje 504 mortes associadas à COVID-19 e 16.585 infetados, segundo o boletim epidemiológico divulgado pela Direção-Geral da Saúde (DGS). Relativamente a sábado, há um aumento de 34 mortes (crescimento percentual de 7,2%) e 598 casos (crescimento percentual de 3,7%).

Há já 277 recuperados, mais 11 que ontem. A taxa global de letalidade em Portugal situa-se nos 3%.

O relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24:00 de sábado, indica que a região Norte é a que regista o maior número de mortes relacionadas com o vírus SARS-CoV-2, com 280 óbitos, seguida da região Centro (120), da região de Lisboa e Vale do Tejo (91) e do Algarve (9). Há 4 mortes registadas também nos Açores, mais um que ontem. No Alentejo e na Madeira não há óbitos registados.

No total há 1.177 internados, mais dois do que no sábado, e 228 em unidades de cuidados intensivos, menos cinco que ontem.

Pelo menos 3.611 pessoas aguardam resultado laboratorial e 25.041 estão em vigilância pelas autoridades. Desde 1 de janeiro registaram-se 136.243 casos suspeitos, sendo que 116.047 não se confirmaram.

A região Norte continua a registar o maior número de infeções, totalizando 9.747, seguida da região de Lisboa e Vale do Tejo, com 3.841 casos, da região Centro (2.426), do Algarve (279) e do Alentejo, que hoje apresenta 139 casos. Nos Açores, existem 94 casos confirmados e na Madeira 59.

A faixa etária mais afetada pela doença é a dos 40 aos 49 anos (2.895), seguida dos 50 aos 59 anos (2.861), dos mais de 80 anos (2.461), dos 30 aos 39 anos (2.324) e dos 60 aos 69 anos (2.073). Os dados indicam também que há 1.517 casos de pessoas com idades entre os 70 e os 79 anos. Há ainda 283 casos de crianças até aos nove anos, 430 de jovens com idades entre os 10 e os 19 anos e 1.711 nas idades entre os 20 e os 29 anos.

Notícia atualizada às 19hoo com o boletim francês.

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