Hoje, o ministro da Economia “está a reunir com as associações empresariais para detetar, em concreto, quebras em algumas cadeias de fornecimento, designadamente na área industrial, para componentes com origem na China”, onde a doença parou fábricas e “está interrompido o fluxo de fornecimento de peças”, afirmou António Costa, à margem da apresentação do novo programa de ação “Justiça + Próxima”, em Lisboa.

“Isso obviamente tem consequências”, disse o chefe do Governo, em declarações aos jornalistas, admitindo que o executivo irá igualmente “verificar outras” quebras.

Noutra frente, adiantou ainda, o ministro das Finanças e presidente do Eurogrupo, Mário Centeno, vai reunir-se, a meio da semana, com os ministros da área económica para uma “avaliação global” do que está a ser feito “à escala europeia sobre os impactos que [o surto do novo coronavírus] pode ter nessas economias” e ainda que “medidas concretas” se podem adotar.

Em Portugal foi hoje confirmado um infetado e um outro caso que aguarda uma contraprova através de análise do Instituto Nacional Dr. Ricardo Jorge (INSA), adiantou a ministra da Saúde, Marta Temido, numa sessão de esclarecimentos para atualização de informação relativa à infeção pelo novo coronavírus (Covid-19).

O caso confirmado é o de um homem de 60 anos, que está internado no Centro Hospitalar de São João, que reportou os primeiros sintomas no dia 26 de fevereiro.

O outro homem, de 33 anos, que aguarda a contra-análise reportou os primeiros sintomas no dia 29 de fevereiro, disse a ministra, adiantando que os dois homens, que estão internados no Porto, estão em boa condição de saúde e estiveram em Itália e em Espanha.

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