De acordo com o novo balanço, que reporta às 12h00 de hoje em Lisboa, pelo menos 16.842.600 doentes ficaram curados.

A AFP ressalva que o número de casos de COVID-19 diagnosticados reflete uma parte do número real de contágios, uma vez que certos países apenas rastreiam as situações graves e outros, como os mais pobres, têm capacidades de despistagem limitadas.

Comparativamente a terça-feira, registam-se hoje mais 6.262 mortos e mais 262.790 infeções confirmadas.

Os países com mais novos óbitos são o Brasil (1.215), os Estados Unidos (1.090) e a Índia (1.045), de acordo com o balanço da AFP.

Segundo dados contabilizados pela universidade norte-americana Johns Hopkins, os Estados Unidos são o país mais afetado, tanto em número de mortos como de casos de infeção confirmados (184.689 mortos em 6.076.281 infetados).

Na lista dos países mais atingidos pela pandemia seguem-se o Brasil (122.596 mortos em 3.950.931 infetados), a Índia (66.333 mortos em 3.769.523 infetados), o México (65.241 mortos em 606.036 infetados) e o Reino Unido (41.504 mortos em 337.168 infetados).

Considerando a população, o Peru é o país com mais mortos, 88 por 100 mil habitantes, seguindo-se Bélgica (85), Espanha (62), Reino Unido (61) e Chile (59).

Por regiões e continentes, a América Latina e as Caraíbas surgem no topo, ao totalizarem, às 12:00 de hoje, 280.367 mortos em 7.437.660 casos de infeção confirmados.

Depois, surgem Europa (216.403 mortos, 4.025.582 casos), Estados Unidos e Canadá (193.854 mortos, 6.205.463 casos), Ásia (99.555 mortos, 5.332.109 casos), Médio Oriente (36.873 mortos, 1.515.498 casos), África (30.065 mortos, 1.261.375 casos) e a Oceânia (707 mortos, 29.320 casos de infeção confirmados).

A China, onde começou a pandemia, confirma oficialmente (sem incluir os territórios de Hong Kong e Macau) 85.066 infeções, das quais oito novas entre terça e quarta-feira, 4.634 mortos (sem alterações face ao balanço anterior) e 80.234 doentes curados.

O balanço feito pela AFP baseia-se em dados recolhidos junto das autoridades competentes dos diferentes países e da Organização Mundial de Saúde (OMS).

A COVID-19, declarada pela OMS como uma pandemia em 11 de março, é uma doença respiratória causada por um novo coronavírus (tipo de vírus) detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Em Portugal, morreram 1.827 pessoas das 58.633 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

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