Em comunicado, a Câmara do Porto refere que estes centros de testagem a funcionar em “várias zonas da cidade já realizam um total global de 41.107 testes antigénio”.

Estes centros foram implementados pelo município este mês para “garantir a segurança da quadra natalícia e contribuir para a manutenção da atividade económica” e funcionarão até ao dia 31.

A autarquia recorda que este rastreio gratuito corresponde a um investimento de cerca de um milhão de euros e que “não há limite de número de testes por pessoa”.

Os testes “não incluem os quatro grátis (seis a partir de 25 de dezembro) que o Governo disponibiliza por mês”, e destinam-se a toda a população, seja ou não residente no Porto, sublinha a Câmara.

A iniciativa da autarquia arrancou no dia 07, com seis locais para despiste gratuito à covid-19, tendo no dia seguinte sido criados mais dois postos.

Atualmente estão em funcionamento 18 centros de testagem assegurados pela Câmara do Porto, seis por cada um dos três laboratórios com que o município estabeleceu contratos (Germano de Sousa, Unilabs e POC Medical Care).

Na quinta-feira, em declarações à Lusa, a vereadora da Câmara do Porto com o pelouro da Educação, Juventude e Desporto, Catarina Araújo, referiu que, “se se justificar”, a autarquia tomará mais iniciativas, acrescentando que nada leva o município a concluir que os 100 mil testes antigénios disponibilizados gratuitamente “não serão suficientes”.

Os Pontos de testagem estão na zona da Ribeira, na Baixa e no Parque da Cidade, entre outros locais, estando a sua localização e os seus horários disponíveis na página da Internet da autarquia.

A covid-19 provocou mais de 5,36 milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 18.823 pessoas e foram contabilizados 1.242.545 casos de infeção, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

Uma nova variante, a Ómicron, classificada como preocupante pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, a 24 de novembro, foram notificadas infeções em pelo menos 89 países de todos os continentes, incluindo Portugal.

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