No total, o Brasil, o país lusófono mais afetado pela pandemia e um dos mais atingidos no mundo, concentra 171.974 óbitos e 6.238.350 casos confirmados de covid-19.

No país, cuja população ronda os 212 milhões de habitantes, a doença causada pelo novo coronavírus está com uma taxa de incidência de 82 mortes e 2.969 casos por cada 100 mil habitantes.

São Paulo, o Estado mais rico e populoso do país, continua a ser o foco da pandemia no Brasil com 1.233.587 de infeções, sendo seguido por Minas Gerais (409.731), Bahia (394.300) e Rio de Janeiro (347.348).

Em relação ao número de mortes, São Paulo (41.902), Rio de Janeiro (22.448), Minas Gerais (9.948) e Ceará (9.568) lideram nesse indicador.

O Brasil ocupa ainda a terceira posição mundial na lista de países com maior número de recuperados (5.536.524), atrás dos Estados Unidos (mais de 7,8 milhões) e da Índia (mais de 8,7 milhões).

No momento, 529.852 pacientes infetados estão sob acompanhamento médico, devido à covid-19, em território brasileiro.

Face ao aumento de casos e óbitos de covid-19 no Brasil, entre 08 e 21 de novembro, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), reconhecido centro de investigação médica brasileiro, avaliou que este crescimento ainda não pode ser chamado de “segunda onda”, mas que deve servir de alerta para reforçar o sistema de saúde do país.

“Ainda não se pode afirmar que o Brasil vive uma segunda onda da pandemia, mas a inversão da tendência de redução desses indicadores [de casos e óbitos] deve servir como alerta para todo o sistema de saúde, no sentido de reforçar a infraestrutura hospitalar e intensificar ações de atenção primária integrada à vigilância”, afirma o Boletim Observatório Covid-19 da Fiocruz, sublinhando a importância de combinar o distanciamento social com a realização de testes.

“Diante do atual cenário, os pesquisadores do Observatório Covid-19 ressaltam a importância de uma estratégia de enfrentamento da pandemia que articule a vigilância em saúde, com testes e identificação ativa de casos e contactos e, consequente, isolamento”, diz o documento.

O aumento de casos nas última semanas provocou a lotação dos hospitais em São Paulo e Rio de Janeiro, as duas maiores cidades do país, segundo levantamentos divulgados por ‘media’ locais.

Em São Paulo, que tem 12,1 milhões de habitantes e detém o título de cidade mais populosa do Brasil, a Secretaria Municipal de Saúde alega que 48% das vagas das camas de cuidados intensivos para tratamento de doentes infetados pelo novo coronavírus estavam ocupadas, mas o portal UOL informou que os hospitais públicos da cidade têm já lotação que chega a até 78%.

No Rio de Janeiro, que tem uma população estimada em 6,7 milhões de pessoas, a ocupação das camas de cuidados intensivos para pacientes com covid-19 atinge 94% na rede pública e mais de 90% nos hospitais privados.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.433.378 mortos resultantes de mais de 60,9 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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