Os dados hoje divulgados referem que o número total de casos de contágio pelo novo coronavírus - SARS-CoV-2 - em Itália desde a deteção da doença, em 20 de fevereiro, é de 175.925 pessoas, com um aumento de 3.491 face ao dia anterior.

Registaram-se mais 482 mortes nas últimas 24 horas, com o total de óbitos a fixar-se nos 23.227.

O chefe da Proteção civil Angelo Borrelli, revelou ainda no seu boletim diário que foram registadas 44.927 recuperações de COVID-19.

O número de pessoas atualmente positivas em Itália é de 107.771. Existem ainda 2.733 nos cuidados intensivos.

O norte de Itália continua a ser a região mais afetada pela doença.

A nível global registaram-se pelo menos 2.251.695 casos de infeção, entre os quais 154.188 mortes, foram registados pelas autoridades de saúde em todo o mundo, com a Europa a ser o continente mais afetado, com mais de um milhão e 115 mil casos e mais de 98 mil mortos.

No entanto, é nos Estados Unidos, que registam 706.779 casos, dos quais 37.079 mortes, que a pandemia avança atualmente mais rapidamente, sendo o país com mais mortos.

Seguem-se Espanha (20.043 mortos, mais de 191 mil casos), França (18.681 mortos, mais de 147 mil casos) e Reino Unido (14.576 mortos, mais de 108 mil casos).

O número de casos diagnosticados não reflete, contudo, o número real de contaminações, dado que muitos países não testam os casos que não sejam graves.

Comparativamente ao registo obtido na sexta-feira à mesma hora, o número de infetados contabilizados pela AFP aumentou 68.955 e o de mortos 8.505.

A nível global, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 150 mil mortos e infetou mais de 2,25 milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 483 mil doentes foram considerados curados.

Em Portugal, morreram 687 pessoas das 19.685 registadas como infetadas.

Relativamente ao dia anterior, em Portugal há mais 30 mortos (+4,6%) e mais 663 casos de infeção (+3,5%).

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa quatro mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

Face a uma diminuição de novos doentes em cuidados intensivos e de contágios, alguns países começaram a desenvolver planos de redução do confinamento e em alguns casos, como Dinamarca, Áustria ou Espanha, a aliviar algumas das medidas.

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