Em comunicado, o EMGFA refere que “447 militares da Marinha, Exército e Força Aérea, divididos por 28 equipas, estão a operar em apoio às Administrações Regionais de Saúde (ARS) do Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo, e às Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores, na realização de contactos prévios, inquéritos epidemiológicos e agendamento de vacinas, no combate à pandemia”.

No passado dia 29 de dezembro, as Forças Armadas tinham no terreno 323 militares divididos por 21 equipas, o que representa um aumento de 124 militares e sete equipas envolvidos neste tipo de tarefas desde então.

“Depois de uma formação ministrada pelas Administrações Regionais de Saúde, as equipas realizam, diariamente, o contacto com os casos confirmados, e identificam os casos de risco com a maior brevidade, evitando cadeias de contágio”, adiantam.

De acordo com o EMGFA, “desde novembro de 2020, as equipas de rastreio das Forças Armadas realizaram 556 690 contactos prévios e 342 243 inquéritos epidemiológicos, e desde março de 2021, 359 723 agendamentos de vacinas”.

Portugal registou 40.945 novas infeções com o coronavírus SARS-CoV-2 nas últimas 24 horas, um novo máximo desde o início da pandemia, e mais 20 mortes associadas à covid-19, indicam números divulgados pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

O maior número de novas infeções tinha acontecido a 05 de janeiro deste ano, quando se registaram 39.570 novos casos.

O boletim epidemiológico diário da DGS regista um aumento do número de pessoas internadas em enfermaria, contabilizando hoje 1.635 internamentos, mais 71 do que na terça-feira, bem como um crescimento nas unidades de cuidados intensivos (mais 14), totalizando agora 167.

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