Segundo este balanço há, nas últimas 24 horas, mais 155.377 novas infeções e 1.291 mortes.

A barreira dos 12 milhões de casos foi ultrapassada apenas seis dias depois de os EUA alcançarem os 11 milhões de infeções e apenas 12 dias depois de atingir os 10 milhões, um sinal de que o país tem uma forte propagação de infeções.

Na quinta-feira, os EUA registaram um recorde absoluto de novas infeções ao registar num só dia 200.146 novos casos, um dia que também contou com o maior número de mortes em 24 horas, 2.239, desde o início de maio, em plena explosão da pandemia.

Embora Nova Iorque não seja o estado com o maior número de contágios, continua a ser o mais atingido por mortes, com 34.287, seguindo-se o Texas (20.751), Califórnia (18.666), Florida (17.930) e Nova Jersey (16.746).

No número de infeções, o estado do Texas e o da Califórnia ultrapassam um milhão, com 1.117.583 e 1-099.523, respetivamente, seguindo-se o da Florida (931.827), Ilinóis (646.286) e em quinto lugar Nova Iorque (584.850).

O Instituto de Avaliações Métricas e de Saúde, da Universidade de Washington, cujos modelos de previsão da evolução da pandemia costumam ser definidos pela Casa Branca, estima que até ao final do ano os EUA alcançarão as 320.000 mortes e no primeiro dia de março de 2021 chegue às 440.000.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.373.381 mortos resultantes de mais de 57,5 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 3.824 pessoas dos 255.970 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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