Desde o início da pandemia, Portugal registou 17.009 mortes associadas à COVID-19 e 842.381 casos de infeção. Em relação a domingo, contabilizam-se mais 199 infetados e dois óbitos.

Hoje registaram-se também 291 casos de recuperação. Ao todo há já 803.191 doentes recuperados da doença em território nacional.

A região de Lisboa e Vale do Tejo, com 90 novos infetados, é a área do país com mais novas notificações, com 45,2% do total de diagnósticos.

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relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24h00 de ontem, indica que a região de Lisboa e Vale do Tejo é a que regista o maior número de mortes acumuladas relacionadas com o vírus SARS-CoV-2 com 7.209 (+1), seguida do Norte com 5.350 óbitos (+1), Centro (3.018, =) e Alentejo (971, =). Pelo menos 362 (=) mortos foram registadas no Algarve.

Há 31 (=) mortes contabilizadas nos Açores. Na Madeira registam-se 68 óbitos (=) associados à doença.

Internamentos sobem ligeiramente

Em todo o território nacional, há 246 doentes internados, mais um do que ontem, e 72 em unidades de cuidados intensivos (UCI), menos quatro do que domingo.

De acordo com o boletim da DGS sobre a situação epidemiológica, existem 22.181 casos ativos da infeção em Portugal — menos 94 que ontem — e 18.505 pessoas em vigilância pelas autoridades — menos 303 que no dia anterior.

Imagem do boletim da DGS
Imagem do boletim da DGS

A região Norte é a área do país com maior número de infeções acumuladas, com 338.401 (+59), seguida da região de Lisboa e Vale do Tejo (318.123, +90), da região Centro (119.291, +20), do Alentejo (29.982, +5) e do Algarve (22.025, +9).

Nos Açores existem 5.058 casos contabilizados (+8) e na Madeira 9.501 (+8).

O que nos diz a matriz de risco?

Portugal apresenta uma incidência de 50,5 casos de infeção por SARS-CoV-2/COVID-19 por cada 100.000 habitantes – uma subida face aos 50,3 de sexta-feira – e um índice médio de transmissibilidade R(t) nacional de 1,00 (superior ao valor de há três dias – 0,95).

No território continental, o R(t) fixou-se nos 0,99. A DGS atualiza estes dados à segundas, quartas e sexta-feiras.

Matriz de risco da DGS
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Faixas etárias mais atingidas

O maior número de óbitos concentra-se entre as pessoas com mais de 80 anos, com 11.182 registadas desde o início da pandemia, seguidas das que tinham entre 70 e 79 anos (3.626), entre 60 e 69 anos (1.528), entre 50 e 59 anos (463), 40 e 49 anos (153, =) e entre 30 e 39 anos (41, =).

Há ainda 12 mortes registadas entre os 20 e os 29 anos (=), duas entre os 10 e os 19 anos (=) e duas entre os 0 e os 9 anos (=).

Os dados indicam que, do total das vítimas mortais, 8.935 são do sexo masculino e 8.074 do feminino.

A faixa etária entre os 40 e os 49 anos é a que tem maior incidência de casos, contabilizando-se um total de 139.926 casos, seguida da faixa etária entre os 50 e os 59 anos, com 124.823 casos, e da faixa etária dos 20 aos 29 anos, com 121.179 infeções. Logo depois surge a faixa etária dos 30 aos 39 anos, com 120.974 casos.

Desde o início da pandemia, houve 382.501 homens infetados e 459.529 mulheres, sendo que se desconhece o género de 351 pessoas.

A COVID-19, causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, é uma infeção respiratória aguda que pode desencadear uma pneumonia.

A doença é transmitida por um novo vírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Recomendações da Direção-Geral da Saúde (DGS)

  • Caso apresente sintomas de doença respiratória, as autoridades aconselham a que contacte a Saúde 24 (808 24 24 24). Caso se dirija a uma unidade de saúde deve informar de imediato o segurança ou o administrativo.
  • Evitar o contacto próximo com pessoas que sofram de infeções respiratórias agudas; evitar o contacto próximo com quem tem febre ou tosse;
  • Lavar frequentemente as mãos, especialmente após contacto direto com pessoas doentes, com detergente, sabão ou soluções à base de álcool;
  • Lavar as mãos sempre que se assoar, espirrar ou tossir;
  • Evitar o contacto direito com animais vivos em mercados de áreas afetadas por surtos;
  • Adotar medidas de etiqueta respiratória: tapar o nariz e boca quando espirrar ou tossir (com lenço de papel ou com o braço, nunca com as mãos; deitar o lenço de papel no lixo);
  • Seguir as recomendações das autoridades de saúde do país onde se encontra.

Último balanço mundial da AFP

A pandemia provocada pela COVID-19 já fez pelo menos 3.381.042 mortos em todo o mundo desde que foi notificado o primeiro caso na China, segundo o balanço diário da agência francesa de notícias AFP. Mais de 162.941.730 pessoas foram infetadas pelo novo coronavírus em todo o mundo, segundo o balanço divulgado hoje com base em fontes oficiais.

No domingo, registaram-se 9.624 mortes e 565.136 novas infeções, segundo os números coligidos e divulgados pela agência. Os países que registaram mais mortes nesse dia foram a Índia (4.106), Brasil (1.036) e Colômbia (520).

Os Estados Unidos continuam a ser o país mais afetado, tanto em número de mortes como de infeções, com um total de 585.970 mortes e 32.940.921 casos, segundo os dados da universidade Johns Hopkins. Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil, com 435.751 óbitos e 15.627.475 casos, a Índia, com 274.390 óbitos (24.965.463 casos), o México, com 220.433 óbitos (2.381.923 casos) e o Reino Unido, com 127.679 mortos (4.450.777 casos).

Entre os países mais atingidos, a Hungria é o que apresenta o maior número de mortes em relação à sua população, com 302 mortes por cada 100.000 habitantes, seguida pela República Checa (279), Bósnia (274), Macedónia Norte (250) e Montenegro (249).

Em termos de regiões do mundo, a Europa totalizou 1.109.635 mortes para 52.245.488 casos, América Latina e Caraíbas 981.805 mortes (30.863.261 casos) e os Estados Unidos e Canadá 610.910 mortes (34.267.534 casos).

A Ásia somou 413.474 mortes (32.575.549 casos), o Médio Oriente 137.858 mortes (8.251.380 casos), a África 126.284 mortes (4.692.347 casos) e a Oceânia 1.076 mortes (46.177 casos).

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