Desde o início da pandemia, Portugal registou 16.086 mortes associadas à COVID-19 e 799.106 casos de infeção. Em relação a segunda-feira, contabilizam-se mais 63 óbitos e 1.032 infetados.

Hoje registaram-se também mais 4.567 casos de recuperação. Ao todo há já 705.976 doentes recuperados da doença em território nacional. 

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A região de Lisboa e Vale do Tejo, com 493 novos infetados, é a área do país com mais novas notificações, com 47,7% do total de diagnósticos nas últimas 24 horas.

O relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24h00 de ontem, indica que a região de Lisboa e Vale do Tejo é a que regista o maior número de mortes acumuladas relacionadas com o vírus SARS-CoV-2 com 6.699 (+36 do que ontem), seguida do Norte com 5.168 óbitos (+9), Centro (2.870 +11) e Alentejo (929 +5). Pelo menos 332 (+2) mortos foram registadas no Algarve. Há 28 (=) mortes contabilizadas nos Açores. Na Madeira registam-se 60 óbitos (=) associados à doença.

Em todo o território nacional, há 3.012 doentes internados, menos 310 que ontem, e 597 em unidades de cuidados intensivos (UCI), menos 30 do que na segunda-feira.

De acordo com o boletim da DGS sobre a situação epidemiológica, existem 77.044 casos ativos da infeção em Portugal – menos 3.598 que ontem - e 70.767 pessoas em vigilância pelas autoridades – menos 8.932.

Imagem do boletim da DGS
Imagem do boletim da DGS

A região Norte é a área do país com maior número de infeções acumuladas, com 324.905 (+186), seguida da região de Lisboa e Vale do Tejo (302.013 +493), da região Centro (114.245 +146), do Alentejo (28.224 +50) e do Algarve (19.893 +61). Nos Açores existem 3.725 (+3) casos confirmados e na Madeira existem 6.101 (+93).

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Faixas etárias mais atingidas

O maior número de óbitos concentra-se entre as pessoas com mais de 80 anos, com 10.683 mortes (+39) registadas desde o início da pandemia, seguidas das que tinham entre 70 e 79 anos (3.368, +17), entre 60 e 69 anos (1.412, +5), entre 50 e 59 anos (422, =), 40 e 49 anos (146, +1) e entre 30 e 39 anos (39, =).

Há ainda 12 mortes (+1) registadas entre os 20 e os 29 anos, duas entre os 10 e os 19 anos e duas entre os 0 e os 9 anos.

Os dados indicam que, do total das vítimas mortais, 8.405 são do sexo masculino e 7.681 do feminino.

A faixa etária entre os 40 e os 49 anos é a que tem maior incidência de casos, contabilizando-se um total de 133.271 casos (+181), seguida da faixa etária entre os 50 e os 59 anos, com 118.456 casos (+143), e da faixa etária dos 30 aos 39 anos, com 114.824 (+129). Logo depois surge a faixa etária dos 20 aos 29 anos, com 114.106 infeções (+140).

Desde o início da pandemia, houve 361.311 homens infetados e 437.523 mulheres, sendo que se desconhece o género de 272 pessoas.

Quadro resumo dos dados epidemiológicos de hoje
Quadro resumo dos dados epidemiológicos de hoje SAPO

A COVID-19, causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, é uma infeção respiratória aguda que pode desencadear uma pneumonia.

A doença é transmitida por um novo vírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Recomendações da Direção-Geral da Saúde (DGS)

  • Caso apresente sintomas de doença respiratória, as autoridades aconselham a que contacte a Saúde 24 (808 24 24 24). Caso se dirija a uma unidade de saúde deve informar de imediato o segurança ou o administrativo.
  • Evitar o contacto próximo com pessoas que sofram de infeções respiratórias agudas; evitar o contacto próximo com quem tem febre ou tosse;
  • Lavar frequentemente as mãos, especialmente após contacto direto com pessoas doentes, com detergente, sabão ou soluções à base de álcool;
  • Lavar as mãos sempre que se assoar, espirrar ou tossir;
  • Evitar o contacto direito com animais vivos em mercados de áreas afetadas por surtos;
  • Adotar medidas de etiqueta respiratória: tapar o nariz e boca quando espirrar ou tossir (com lenço de papel ou com o braço, nunca com as mãos; deitar o lenço de papel no lixo);
  • Seguir as recomendações das autoridades de saúde do país onde se encontra.

Último balanço da AFP

A pandemia de COVID-19 provocou, nas últimas 24 horas, 6.595 mortes em todo o mundo, aumentando o número de vítimas mortais para 2.474.437 pessoas desde que foi detetada na China, em dezembro de 2019. Segundo dados hoje divulgados pela agência francesa de notícias AFP, no último dia foram contabilizados 284.765 novos infetados, elevando o total de pessoas contagiadas desde o início da pandemia para pelo menos 111.641.390. Deste total de casos, pelo menos 68.552.400 já foram considerados curados, refere a AFP.

Os números são baseados em relatórios diários das autoridades sanitárias de cada país até as 11:00 de cada dia e não incluem revisões realizadas ‘a posteriori’ por organismos de estatísticas, como acontece na Rússia, Espanha e Reino Unido. Desde segunda-feira, os países que registaram mais novos casos de mortes foram os Estados Unidos, com mais 1.297 vítimas mortais, o Brasil (com mais 639 mortes), e a Espanha (mais 535).

Os Estados Unidos são até hoje o país mais afetado em termos de mortes e de casos, com um total de 500.313 mortes para 28.190.622 casos, de acordo com a contagem da Universidade Johns Hopkins. Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil, com 247.143 mortes e 10.195.160 casos, o México, com 180.536 mortes e 2.043.632 casos, a Índia, com 156.463 mortes e 11.016.434 casos, e o Reino Unido, com 120.757 mortos e 4.126.150 casos.

Entre os países mais atingidos, a Bélgica é o que regista o maior número de mortes em relação à sua população, com 189 mortes por cada 100.000 habitantes, seguida pelas Eslovénia e República Checa (ambas com 182), o Reino Unido (178) e a Itália (159).

A Europa contabilizava hoje, até às 11:00 TMG (mesma hora em Lisboa) 833.084 mortes e 36.667.016 casos, enquanto a América Latina e as Caraíbas registavam 661.324 mortes (20.800.396 casos).

Os Estados Unidos e o Canadá somam 522.012 mortes (29.038.265 casos), a Ásia 252.667 mortes (15.949.216 casos) e o Médio Oriente 102.728 mortes (5.315.547 casos).

O continente africano contabiliza 101.675 mortes (3.838.878 casos) enquanto a Oceânia refere contar 947 mortes (32.072 casos).

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