Até 20 de agosto, a Coreia do Norte tinha feito testes PCR a 2.767 pessoas e todos deram negativo, disse o representante da OMS em Pyongyang, o filipino Edwin Salvador.

Sobre o desertor norte-coreano que regressou recentemente ao país desde a Coreia do Sul e que as autoridades identificaram como o primeiro caso suspeito de COVID-19 - as análises foram inconclusivas -, Salvador disse que Pyongyang não adiantou pormenores.

Cerca de 3.700 pessoas que terão tido contacto com esse desertor na cidade fronteiriça de Kaesong completaram com êxito a quarentena na semana passada, e outras 1.700 continuavam em isolamento, acrescentou o representante da OMS.

A Coreia do Norte mantém as suas fronteiras fechadas desde o final de janeiro, o que está a prejudicar a sua economia, já débil.

Pyongyang limitou até a entrada de mercadorias provenientes do seu principal parceiro comercial, a China, por temer que estejam contaminadas com o novo coronavírus.

Segundo as autoridades aduaneiras chinesas, as trocas comerciais entre ambos os países foram de 73,8 milhões de dólares (62,3 milhões de euros) em julho, menos 24% do que em junho devido a essas restrições.

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