A diretora-geral do CRSI, Maria da Glória, disse à agência Lusa que, na segunda-feira, estava confirmada a infeção de apenas uma professora, a que depois se juntou um segundo caso de covid-19 no estabelecimento, uma docente que “trabalha a par” com a primeira e cujo teste veio a dar resultado positivo.

As 150 crianças abrangidas pela medida profilática, com idades entre os seis e os 10 anos, deverão ficar com as famílias até ao dia 13.

Ao todo, por decisão da delegada de saúde de Coimbra, foram mandados para casa meninos e meninas de oito turmas do primeiro ciclo, que estavam à responsabilidade de igual número de professoras e uma psicóloga, adiantou Maria da Glória.

“As professoras, os pais e os alunos estão a organizar-se para começarem as aulas à distância na quarta-feira”, disse, explicando que tal não foi possível na segunda-feira, como chegou a ser equacionado pela escola católica.

Durante os meses de confinamento no início da pandemia, em Portugal, o pessoal docente e os alunos “adquiriram competências” para que a aprendizagem seja realizada temporariamente à distância, recordou a religiosa.

“Todos, de qualquer ano, têm muito traquejo para que o possam fazer através de qualquer plataforma digital”, sublinhou Maria da Glória.

Em outubro, duas alunas do Colégio Rainha Santa Isabel, de uma turma do nono ano, estiveram também infetadas com covid-19.

No fim do mês, segundo a diretora-geral, regressaram às atividades letivas “após terem cumprido o isolamento profilático”.

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