Com este aumento no número de óbitos e infeções pelo novo coronavírus, o Brasil, com cerca de 212 milhões de habitantes, ultrapassou hoje a barreira dos 8,9 milhões de diagnósticos positivos (8.933.356) e totaliza agora 218.878 vítimas mortais desde o início da pandemia.

Em território brasileiro, a taxa de letalidade da doença está fixada em 2,5% e a taxa de incidência é de 104 mortes e 4.251 casos por cada 100 mil habitantes.

Das 27 unidades federativas que constituem o país sul-americano, São Paulo é a que concentra maior número de infeções, num total de 1.715.253 casos, sendo seguido por Minas Gerais (699.257), Bahia (566.743) e Santa Catarina (564.163).

Já os estados com mais mortes por covid-19 são São Paulo (51.838), Rio de Janeiro (29.043), Minas Gerais (14.328) e Rio Grande do Sul (10.443).

Desde a chegada da pandemia ao Brasil, país lusófono mais afetado pelo novo coronavírus, quase 7,8 milhões de pacientes recuperaram da doença, enquanto que 915.823 infetados permanecem sob acompanhamento médico.

O Estado de São Paulo confirmou hoje três casos importados da variante de covid-19 detetada no Brasil, identificada pela primeira vez no Amazonas e que vem sendo apontada como uma das razões para a explosão de casos da doença em Manaus, noticiou a imprensa local.

O Japão foi o primeiro país a identificar a nova variante em viajantes que regressavam do Amazonas e que foi notificada em 10 de janeiro.

De acordo com a Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo, a confirmação foi feita através do sequenciamento genético feito no Laboratório Estratégico do Instituto Adolfo Lutz, referência nacional e vinculado ao executivo paulista.

“O vírus foi sequenciado a partir de amostras com resultados positivos de exames processados pelo Centro de Virologia de três pessoas que tiveram covid-19 e passaram por atendimento em serviços da rede pública de saúde em São Paulo, com histórico de viagem ou residência em Manaus”, disse a secretaria, em comunicado enviado ao jornal Estadão

À Lusa, o microbiologista brasileiro Felipe Naveca, que coordenou o sequenciamento genético desta nova estirpe do SARS-CoV-2 na região amazónica, alertou que o novo coronavírus continuará a evoluir se não existir controlo das contaminações, que facilitam novas estirpes mais infecciosas.

“Quando deixamos o vírus circulando livremente com muitos casos acontecendo, você deixa o vírus evoluir mais, você tem mais chance de o vírus continuar evoluindo”, disse Naveca à Lusa.

Vários países têm aplicado restrições a passageiros provenientes do Brasil, Reino Unido e África do Sul devido às variantes recentemente descobertas nessas nações.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.149.818 mortos resultantes de mais de 100 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço da Universidade Johns Hopkins, dos EUA.

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