Foi realizado pela primeira vez em Portugal, no Serviço de Cirurgia Plástica e Unidade de Microcirurgia do Hospital Gaia/Espinho, um transplante de gânglios linfáticos cervicais. A técnica permite tratar o linfedema do braço, uma das complicações mais frequentes da cirurgia de remoção completa da mama, que tende a surgir, após a cirurgia, em cerca de metade das doentes.

Esta cirurgia permitiu melhorar sintomas como a dor, inchaço do braço, que pode aumentar de volume cerca de duas a quatro vezes, e a melhorar a mobilidade do membro. «Até agora, o tratamento para o linfedema tem sido, maioritariamente, paliativo, com o objetivo de prevenir a progressão da doença e alívio dos sintomas», disse ao DN Gustavo Coelho, o cirurgião que introduziu esta técnica em Portugal.

«As opções cirúrgicas disponíveis são muito limitadas e com resultados muitas vezes não satisfatórios», afirma o especialista. Em todo o mundo, há 300 milhões de pessoas sofrem deste problema, mais fácil do tratar atualmente do que há uns anos. «Hoje, já é possível curar o linfedema», assegura Corrado Campisi, um prestigiado investigador italiano que tem estudado o problema.

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