O Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) encaminhou para o Ministério Público (MP), nos últimos anos, três ou quatro casos suspeitas de tentativa de venda de rim. No entanto, todos acabaram arquivados.

"Tratavam-se de anúncios de oferta de rim com especificações como a idade, o grupo sanguíneo, contacto feitos através de pequenos cartazes", explica Ana Pires da Silva, jurista do IPST, citada pelo referido jornal diário.

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"Noutro caso [foram colados] post-it em vidros de carros que chegaram ao nosso conhecimento através das redes sociais", explica a mesma fonte.

MP considerou que não houve crime

Um dos casos data de abril de 2015 e foi arquivado porque o MP considerou que não houve crime.

"A pessoa que publicitou a oferta de rim através de pequenos panfletos colocados em vários carros num parque de estacionamento foi inquirida, tendo declarado que estava convencida de que podia dispor livremente do seu rim e que ignorava que a comercialização do mesmo fosse censurável", conta a responsável.

Na altura, a mulher justificou a sua conduta com dificuldades económicas.

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