Os produtos foram destruídos na segunda-feira nos arredores da capital moçambicana, provenientes de todo país, com destaque para a zona sul, segundo Virgínia Muianga, diretora de operações no Ministério da Indústria e Comércio.

"O importante neste trabalho é a prevenção da saúde pública", declarou Virgínia Muianga, dando conta de que se trata da primeira fase da intervenção: o processo de apreensão e incineração continua em todo país.

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A apreensão de 55,5 toneladas decorreu ao longo da última semana, em cumprimento da recomendação do Ministério da Saúde de eliminação de carnes processadas (como salsichas e outros enchidos) provenientes de fábricas das marcas Enterprise e Rainbow Chicken Limited, na África do Sul, na sequência do surto de listeriose naquele país.

Em comunicado, o Governo moçambicano referiu que a bactéria tinha sido identificada e isolada nas carnes oriundas daquelas unidades de produção.

Nenhum caso de listeriose em Moçambique

O Ministério da Saúde disse hoje que, apesar de não ter sido registado nenhum caso de listeriose em Moçambique, os hospitais e centros de saúde continuam em alerta.

"Já foram dadas orientações a todas as direções provinciais sobre quais são os procedimentos que devem ser tomados caso alguém tenha sintomas", declarou Ana Paulo, chefe do Departamento de Ambiente no Ministério da Saúde.

A listeriose é particularmente perigosa para grávidas, bebés, idosos com mais de 65 anos e doentes crónicos com o sistema imunitário fraco.

Na África do Sul, o surto de listeriose já matou 180 pessoas.

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