- OMS -

A "única preocupação" da OMS é ajudar a "salvar vidas" e "acabar com a pandemia de COVID-19", escreveu no Twitter o diretor-geral da agência da ONU, Tedros Adhanom Ghebreyesus, sem mencionar explicitamente a decisão americana.

- ONU -

Para o secretário-geral da ONU, António Guterres, "não é hora de cortar fundos para as operações da OMS, ou de qualquer outra agência humanitária que luta contra" o coronavírus.

- China -

A China expressou "profunda preocupação", afirmando que a medida "enfraqueceria a capacidade da OMS e minaria a cooperação internacional contra a epidemia".

O porta-voz da diplomacia chinesa Zhao Lijian pediu aos Estados Unidos que "assumam seriamente suas responsabilidades e obrigações e apoiem ações internacionais contra a epidemia lideradas pela OMS".

- União Europeia -

O chefe da diplomacia europeia, Josep Borrell, "lamenta profundamente" a decisão dos EUA, dizendo que os esforços da OMS "são mais necessários do que nunca para ajudar a conter e reduzir a pandemia". "É apenas unindo forças que podemos superar esta crise sem fronteiras", acrescentou.

- Portugal -

Portugal sublinhou hoje que a luta contra a pandemia provocada pelo coronavírus exige que a Organização Mundial de Saúde (OMS) seja apoiada, e não enfraquecida, depois da decisão dos Estados Unidos de suspender a sua contribuição para organização.

“A luta contra a pandemia COVID-19 exige o trabalho de todos e o reforço das organizações multilaterais”, lê-se numa mensagem publicada na conta oficial do Ministério dos Negócios Estrangeiros português no Twitter. “Não é tempo de enfraquecer a Organização Mundial de Saúde, mas sim de apoiá-la”, acrescenta o texto.

- Alemanha -

Na luta contra a pandemia, "um dos melhores investimentos é fortalecer as Nações Unidas, em particular a OMS, que é subfinanciada, por exemplo, para o desenvolvimento e distribuição de testes e vacinas", estimou no Twitter o ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Heiko Maas, acrescentando que "culpar não ajuda".

- França -

A França "lamenta" a decisão americana, segundo a porta-voz do governo Sibeth Ndiaye. Paris espera "um retorno ao normal" para que a OMS possa continuar o seu trabalho.

- Reino Unido -

A Grã-Bretanha "não tem planos de parar de financiar a OMS, que tem um papel importante na liderança da resposta global à saúde", disse o porta-voz do primeiro-ministro Boris Johnson. "É essencial que os países trabalhem juntos para combater essa ameaça comum", frisou.

- Rússia -

A Rússia denunciou uma "abordagem muito egoísta" por parte dos Estados Unidos e a descreveu como "muito alarmante".

- Irão -

O Irão declarou nesta quarta-feira que o mundo está a aprender que os Estados Unidos "matam pessoas". "O vergonhoso congelamento de fundos para a OMS, no meio da pandemia, viverá na desonra", criticou o ministro iraniano das Relações Exteriores, Javad Zarif.

- Bill Gates -

Bill Gates, um dos principais doadores privados da OMS, considerou a decisão americana "perigosa (..) durante uma crise global de saúde". "Se o trabalho (da OMS) for paralisado, nenhuma outra organização pode substituí-la. O mundo precisa da OMS", defendeu.

- União Africana -

Para o presidente da Comissão da União Africana (UA), Moussa Faki Mahamat, a decisão americana é "profundamente lamentável". "Mais do que nunca, o mundo depende da capacidade de liderança da OMS para liderar a luta contra a pandemia de COVID-19", acrescentou o diplomata.

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