A Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês) aprovou hoje a comercialização na União Europeia (UE) da vacina Nuvaxovid, da farmacêutica norte-americana Novavax, contra a covid-19, para pessoas com mais de 18 anos.

A autorização de entrada no mercado foi dada após a EMA ter concluído que os dados sobre a vacina eram robustos e satisfaziam os critérios da UE em termos de eficácia, segurança e qualidade, segundo um comunicado.

A avaliação teve início, num prazo acelerado, em 17 de novembro, sendo a Nuvaxovid a quinta vacina a receber autorização para ser comercializada na UE.

No seu conjunto, os resultados de dois estudos mostram uma eficácia vacinal para Nuvaxovid de cerca de 90% para a estirpe original do SARS-CoV-2 e algumas variantes preocupantes como Alpha e Beta.

Os dados em relação à eficácia da vacina contra outras variantes preocupantes, incluindo a Ómicron, são ainda limitados, sublinha a EMA.

A Nuvaxovid é uma vacina que contém suficientes fragmentos de uma proteína que é exclusiva do vírus para que o sistema humanitário a reconheça e responda produzindo defesas contra a infeção pelo SARS-CoV-2.

A autorização é válida para os 27 Estados-membros, mas a vacina da Novavax não deverá ser utilizada em Portugal uma vez que, segundo foi adiantado em julho, não está incluída no planeamento da vacinação contra a covid-19.

Na UE está autorizada a comercialização de quatro vacinas anticovid-19: Pfizer BioNtech, Moderna, Astrazeneca e Johnson&Johnson.

A covid-19 provocou mais de 5,33 milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 18.778 pessoas e foram contabilizados 1.225.102 casos de infeção, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

Uma nova variante, a Ómicron, classificada como preocupante pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, a 24 de novembro, foram notificadas infeções em pelo menos 89 países de todos os continentes, incluindo Portugal.

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