Os 33 médicos cubanos a trabalhar no Alentejo e Algarve vão ser substituídos por colegas da mesma nacionalidade, ou continuar a trabalhar nos seus postos, segundo as respetivas Administrações Regionais de Saúde (ARS).

De acordo com fonte da ARS do Algarve, esta região recebeu, em agosto de 2009, 18 médicos cubanos para exercerem medicina nos centros de saúde, por um período de três anos, ao abrigo de um protocolo estabelecido entre a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) e os serviços médicos cubanos.

Estes 18 médicos cubanos foram distribuídos pelas unidades de saúde “conforme as necessidades dos utentes da região”, segundo a ARS, e encontram-se a trabalhar nos Agrupamentos de Centro de Saúde (ACES) Barlavento e Central.

A vinda destes médicos permitiu “dar médico de família a mais de 30 mil pessoas”.

Destes 18, encontram-se 13 a exercer funções na região e os que assim entenderem permanecerão após o fim do contrato, o que acontece no final deste mês.

Os restantes deverão ser substituídos por clínicos também de nacionalidade cubana, conforme garantia da tutela.

Segundo a ARS do Algarve, “o objetivo é manter o mesmo número de médicos cubanos, sendo que a intenção será colocar ou substituir os novos profissionais nos mesmos locais onde os colegas atualmente se encontram em funções, visto serem zonas particularmente carenciadas em termos de médicos de família”.

Ao Alentejo chegaram 24 médicos cubanos, dos quais ainda permanecem 20, que também serão substituídos no final do contrato. Estes médicos podem contudo continuar em funções, se assim o desejarem.

Fonte da ARS do Alentejo disse à Lusa que a presença destes 20 médicos cubanos beneficiam cerca de 30 mil utentes.

23 de janeiro de 2012

@Lusa

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