430 anos de Porto Croft chegam em edição limitada

Para assinalar os 430 anos da fundação da Croft, a empresa decidiu produzir uma edição limitada de um vinho do Porto, o Croft 430th Anniversary Celebration Edition. Os rótulos ostentam a recriação da obra “Naufrágio da Armada Espanhola em 1588” do artista plástico Holandês Jan Luyken, que faz parte do acervo do Rijksmuseum de Amesterdão.

A longa história da casa de vinho do Porto Croft, não começa nem em Portugal nem com a família Croft. Começa na cidade Inglesa de York, pela mão de Henry Thompson, em 1588, o mesmo ano da frustrada tentativa de invasão de Inglaterra pela Armada Invencível do Rei Filipe II de Espanha.

O vinho, um lote criado em exclusivo para esta edição de celebração, é explicado pelo Diretor de Enologia David Guimaraens: “A Croft é conhecida pelos seus vinhos do Porto Vintage com aromas de fruta pungente e taninos sedosos. Este é um Porto Reserva Ruby soberbo, exibindo todo o seu carácter frutado, característico do estilo distintivo da casa”.

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Um vinho que em nota de prova é definido como “retinto com uma estreita auréola arroxeada. No nariz sobressai a fruta e os aromas pungentes das cerejas pretas, amoras e cássis e a frescura da ameixa. Delicadas notas florais a pétalas de rosa e violetas despontam acrescentando elegância e complexidade. À textura aveludada, característica da Croft, junta-se num equilíbrio perfeito a acidez viva e os taninos firmes mas bem integrados. O palato é inundado pelos sabores intensos dos frutos silvestres, num final exuberante com notas de morango e cereja”.

Este vinho acompanha bem um bom queijo, especialmente cheddar. É também delicioso com sobremesas à base de chocolate preto e frutos silvestres.

Um néctar com o preço recomendado de 17,90 euros.

430 anos de Porto Croft chegam em edição limitada

Conceito Tinto 2003, o regresso ao mercado 15 anos depois

Quando Rita Marques fez o seu primeiro vinho, o Conceito Tinto 2003, pôs de parte 1200 garrafas, para reserva da família. Agora, para assinalar os 15 anos da Conceito Vinhos, este lote vai ser relançado, celebrando uma das colheitas que ficou na memória do Douro.

Rita Marques, jovem enóloga da Conceito Vinhos, uma empresa familiar sediada em Cedovim, no concelho de Foz Côa, é uma das caras da nova geração do Douro. Um nome que há 15 anos assinava o seu Conceito Tinto 2003. Elaborado a partir de uma mistura de castas tradicionais do Douro (mais de 20), incluindo Touriga Franca, Touriga Nacional, Tinta Roriz, Tinta Amarela e Rufete, provenientes de vinhas velhas com mais de 80 anos, estagia 20 meses em barricas usadas de carvalho francês, o que lhe confere grande equilíbrio, boa acidez e volume.

De regresso ao mercado, 15 anos depois, o Conceito Tinto 2003 tem duas missões. Além de assinalar o aniversário da empresa e o início da carreira de Rita Marques, este vinho “vem demonstrar um facto que para nós era claro, mas que na altura não tinha sustentação em provas: os nossos vinhos melhoram em garrafa por um grande período de tempo.  Apesar de poderem ser bebidos jovens, estes vinhos aguentam e vencem a prova do tempo e isso é importante para nós, é a demonstração cabal das nossas convicções e a confirmação do nosso caminho.”

Hoje o consumidor vai encontra-lo com taninos mais redondos e maior complexidade, sendo que o essencial permanece: “continua harmonioso, com boa acidez e a pedir lugar à mesa, ao lado de um bom cabrito no forno”, garante a enóloga. Ao mercado, chegam apenas 1200 garrafas do vinho que poderão ser encontradas em garrafeiras selecionadas.

Um néctar com o preço recomendado de 29,90 euros.

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Quinta de La Rosa estreia “novo” perfil com o rosé de 2017

O novo rosé da Quinta de La Rosa, nasce numa das mais românticas propriedades do Douro Vinhateiro. O enólogo Jorge Moreira viu-se “forçado” a desenhar um vinho rosado com uma tonalidade mais pálida, mas sem perder o seu carácter de terroir.

O rosé da Quinta de La Rosa alia a frescura à estrutura, tendo uma boa amplitude na hora de o consumir: ou como um aperitivo refrescante, mas também à mesa, com saladas, peixes magros e carnes brancas.

Um vinho com uma agradável cor salmão. No nariz sobressai o aroma floral, fresco e muito delicado. Na boca denota boa fruta, com destaque para as notas de groselha. É muito suave e leve, harmonioso e elegante.

Um néctar feito a partir de uma variedade de castas autóctones e, por isso, comummente utilizadas na produção de vinho do Porto – mistura de castas em Vinhas Velhas (40%), Touriga Nacional (30%), Tinta Roriz (20%) e Touriga Franca (10%) –, e feito “como antigamente”, pelo método de sangria, ou seja, a partir do primeiro mosto que se obtém na feitoria do vinho do Porto Vintage.

Um vinho que chega ao consumidor com o preço recomendado de 28,00 euros.

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Tinta Francisca, a nova “especialidade” de Casa Ferreirinha

A Casa Ferreirinha apresentou recentemente o Tinta Francisca 2014, a sua mais recente “especialidade”, um vinho monocasta do Douro que exalta a casta autóctone que lhe dá o nome.

A Casa Ferreirinha tem vindo a apostar no lançamento de vinhos especiais, com o objetivo de evidenciar as diferentes potencialidades dos seus terroirs naquela região e a exuberância das diferentes castas que ali se cultivam.

Tinta Francisca é uma dessas "especialidades". Como sublinha Luís Sottomayor, enólogo de Casa Ferreirinha, “o trabalho de ‘ourives’ que temos feito com algumas castas da região, tem-nos levado a superar as nossas próprias expectativas, obtendo vinhos extraordinários como este Tinta Francisca.”

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O novo Casa Ferreirinha Tinta Francisca 2014 caracteriza-se por uma cor rubi de boa profundidade e um aroma intenso, com muito boa complexidade. Sobressaem notas balsâmicas a trufa, sous-bois, resina e caruma, revelando ainda especiarias como a pimenta, espargos, frutos silvestres e uma madeira muito bem integrada.

Na boca tem um ataque expressivo, taninos firmes, acidez viva, notas especiadas a pimenta, ligeiros espargos, uma sensação salgada e com um final de grande elegância.

Na mesa, combina idealmente com carnes vermelhas, caça e queijo. Apesar de poder ser apreciado desde já, é um vinho que presumivelmente atingirá o seu apogeu entre o 5º e o 10º ano. Estima-se, contudo, que mantenha a sua melhor qualidade durante cerca de 20 anos.

Um néctar com o preço recomendado de 62,50 euros.

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Real Companhia Velha e um trio de brancos de 2017

Estes são vinhos elaborados a partir de uvas provenientes de parcelas selecionadas da Quinta do Casal da Granja, propriedade da Real Companhia Velha desde 1968, esta tríade propõe estilos bem diferentes, mas ao mesmo tempo clássicos do planalto de Alijó: o Porca de Murça, fresco, frutado e sedutor; o Evel, complexo, intenso e mineral; e o Grandjó Meio Seco, a prezar pela clássica doçura e exotismo.

Porca de Murça branco 2017, DOC Douro

O Porca de Murça branco 2017 chega ao mercado no ano em que a Real Companhia Velha assinala dos 90 anos desta marca de vinhos. Um vinho de cor citrina e aromas florais muito frescos  – características muito próprias das castas Moscatel e Fernão Pires – combinados com sugestões de lima e frutos brancos, derivados do Gouveio e do Viosinho. No palato, os sabores seguem a mesma linha de aromas e são complementados por uma acidez viva, proveniente da casta Arinto, tornando a prova jovem a refrescante. À mesa acompanha pratos de caril, peixes, marisco e saladas.

Um vinho que chega ao consumidor com o preço recomendado de 3,89 euros.

Evel branco 2017, DOC Douro

Preservando bem toda a essência e carácter do planalto de Alijó, o Evel branco 2017 é um vinho limpo, brilhante e com uma intensa cor citrina. O aroma jovem e muito frutado deve-se às castas Fernão Pires e Moscatel, com notas florais, claramente associadas ao Viosinho, e de fruta branca com nuances vegetais associadas ao Rabigato. Tem uma excelente acidez crocante, proporcionando um equilíbrio perfeito e que muito contribui para um final longo e fresco. Acompanha peixes, marisco e saladas.

Um vinho que chega ao consumidor com o preço recomendado de 4,89 euros.

Grandjó Meio Seco branco 2017

O nome Grandjó surge da junção de Granja de Alijó, local de onde provêm as uvas que dão origem aos vinhos em questão. Em termos vinícolas, é uma zona de planalto beneficiada pela brisa fresca do Verão, favorecendo o potencial enológico dos brancos feitos com as castas vindimadas nesta região, muito conhecida pela produção da uva Moscatel Galego. É precisamente esta casta que está na base do lote do Grandjó Meio Seco branco 2017, à qual se juntam o Viosinho e o Gewürztraminer, introduzida com o objetivo de aumentar a dimensão aromática e conceder uma maior estrutura e acidez a este néctar. De um ano vitícola atípico, extremamente quente e seco, nasceu um vinho limpo, brilhante e de cor citrina.

Os aromas de rosa e sugestões de fruta tropical estão muito presentes. Na boca destacam-se os sabores muito frutados e uma doçura subtil. Termina com um final refrescante graças à sua acidez viva. Óptimo para harmonizar com cozinha chinesa, pratos ricos em especiarias, saladas ou, simplesmente, para terminar a refeição.

Um vinho que chega ao consumidor com o preço recomendado de 4,89 euros.

Real Companhia Velha e um trio de brancos de 2017

Fagote, a melodia das Vinhas Velhas do Douro

Rico e melodioso, como o instrumento que lhe empresta o nome, o Fagote Grande Reserva Vinhas Velhas 2015 acaba de ser apresentado ao mercado com nova imagem e posicionamento.

Na Região Demarcada do Douro, na margem esquerda do rio Douro, junto a Tabuaço (entre as cidades da Régua e do Pinhão), a CVD – Companhia dos Vinhos do Douro encontrou na Quinta do Cabeço o terroir ideal para a produção dos seus vinhos, dando vida às marcas Fagote e Oboé, numa homenagem ao universo da música clássica.

“Fagote é um vinho que recorda um instrumento particularmente difícil de aprender, mas que, quando bem manuseado, é dono de um grande encanto expressivo”, salienta o produtor.

O Fagote Grande Reserva Vinhas Velhas 2015 procura ser um retrato fiel da tradição da região, aperfeiçoado com um toque de modernidade. Em prova transmite toda a essência e o caráter das difíceis Vinhas Velhas, caracterizadas pela baixa produção anual que é compensada pela sua qualidade.

Este lote é constituído por uma enorme mistura de castas antigas e tradicionais da região, aqui provenientes de vinhas com idades compreendidas entre os 30 e 50 anos.

Com um estágio de 12 meses em barricas de carvalho francês, este vinho caracteriza-se pela grande concentração, complexidade e potencial de envelhecimento. A cor ruby profunda sugere aromas atraentes, que combinam em simultâneo fruta e notas minerais.

Na boca é muito redondo e encorpado, com a madeira a surgir bem integrada, culminando num conjunto agradável, equilibrado e muito bem afinado.

Um vinho com o preço recomendado de 16,50 euros.

Fagote, a melodia das Vinhas Velhas do Douro

Carvalhas Branco 2016, o novo filho da Real Companhia Velha

As uvas oriundas da Quinta das Carvalhas imprimem a este Carvalhas Branco 2016 a identidade típica do Douro.

O Carvalhas branco 2016 resulta do blend de duas castas autóctones do Douro: Viosinho e Gouveio, plantadas em altitude, a 400 metros. Com uma jovem e brilhante cor citrina, tem intensos aromas de flor de laranjeira e alperce com nuances minerais e vegetais típicas que combinam com uma madeira saliente, demostrando o início de um processo harmonioso de integração.

O parceiro ideal para pratos de bacalhau, marisco e queijos fortes.

Na adega, ambas as variedades de uva foram submetidas à prensa pneumática. Seguiu-se a fermentação em cubas de inox com controlo de temperatura e, por fim, o estágio de oito meses em barricas novas de carvalho francês sobre borras finas.

Um vinho que chega ao consumidor com o preço recomendado de 28,00 euros.

Carvalhas Branco 2016, o novo filho da Real Companhia Velha

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