“Melhor grão, melhor pão” não esquece este alimento na tradição culinária nacional, em açordas, ensopados, folares, migas, pudins e papas de sarrabulho, mas também as denominações legais que diferenciam o pão comercializado em “pão”, “pão fresco” e “pão de longa duração”, “pão tradicional”, “pão artesanal” e “pão biológico”, assim como outros, como os “pães pré-cozidos”.

O e-book (para consulta aqui) esclarece o leitor sobre o consumo de pão na Europa: “cada europeu consome em média, por ano, 50 Kg de pão. Os alemães e austríacos são os campeões no consumo de pão, com uma média de 80 Kg por pessoa” e recorda-nos quais os ingredientes essenciais para obter este alimento milenar: farinha, água, levedura e sal.

Pão que integra a Roda da Alimentação Mediterrânica, nomeadamente no grupo dos cereais, tubérculos e frutos amiláceos. Neste item, o e-book “Melhor grão, melhor pão” faz nota da porção de pão recomendada para consumo diário e de como deve integrar as refeições principais: pequeno-almoço, almoço, jantar e refeições intercalares. Livro que para o efeito apresenta a sugestão de menus completos.

O pão não se desperdiça e temos 6 sugestões até à última migalha
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Ainda no que toca ao consumo, o e-book disponibilizado pela Associação Portuguesa de Nutrição detém-se nos cuidados a ter com a ingestão de pão, nomeadamente o controlo das porções incluídas na dieta alimentar, variar nos tipos de pão e saber dar uso às sobras para preparação de novas refeições (ex. açordas, torradas, pão ralado), evitando o desperdício. E-book que também não esquece os melhores acompanhamentos (recheios) para o pão, como as conservas, os queijos e hortícolas.

Base para um bom pão, os cereais são analisados no e-book que se detém na sua constituição, assim como nas farinhas. Obra que nos deixa dicas: “quanto maior o número do tipo de farinha, menor é a peneiração, o que possibilita que sejam mantidas mais camadas externas do grão de cereal. A farinha refinada é composta pelo endosperma, tem menos camadas externas e, por isso, menor riqueza nutricional”.

No que toca ao sal no pão (a quantidade do mesmo no pão é regulamentada), sublinha o mesmo documento que este “desempenha três funções de relevo no pão: sabor, inibição ou controlo da atividade da levedura e fortalecimento da rede de glúten”.

Obra que não esquece o processo de fabrico do pão, do cereal à farinha, de todas as fases de produção (misturar e amassar, primeira fermentação, amassar, levedação, moldagem) até ao cozimento.

Não falta uma galeria com alguns dos pães emblemáticos como o de trigo, de centeio, o integral, o de mistura, o de milho.

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