Três Bagos é a marca bandeira da Lavradores de Feitoria, tendo sido a primeira a nascer do conceito de união, a “união que faz a força” e o lema que esteve na génese e está no ADN da empresa, produtor que tem vinte quintas espalhadas pelos terroirs das três sub-regiões do Douro: Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior. O número três reflete também as castas que dão origem a estes Reserva, vinhos de lote com estágio parcial em madeira. Um perfil que soma fruta, frescura e estrutura, trio que garante um bom potencial de evolução e envelhecimento em garrafa. Vinhos que podem ser bebidos a solo, mas com grande potencial gastronómico.

O Três Bagos Reserva branco 2019 (7,59 euros) resulta da união das castas brancas mais típicas do Douro: Viosinho, Gouveio e Rabigato. “De cor amarelo citrino brilhante, tem um aroma muito fresco e exuberante. É intenso, complexo, repleto de fruta fresca, como pera e melão, e algumas notas de citrinos. No palato, a entrada é fresca, pleno de fruta e com mineralidade, mostrando-se complexo, saboroso e com acidez equilibrada. Apresenta um final longo e muito fino”, indicam-nos as notas de prova.

Três Bagos Reserva branco 2019
créditos: Lavradores de Feitoria

Por seu turno, o Tinta Roriz, Touriga Franca e Touriga Nacional compõe o lote do Três Bagos Reserva tinto 2017 (9,49 euros), “um vinho de cor vermelha viva, rico, fresco e bastante complexo, onde predomina o carácter frutado de uvas bem maduras. A madeira discreta e bem integrada contribui para a sua complexidade e enriquecimento aromático. No paladar, é intenso, cheio e com boa presença de frutos vermelhos maduros. A acidez é equilibrada, os taninos suaves, mas presentes. Bem estruturado, é tinto bastante saboroso, com um final de boca suave e muito agradável”, lemos nas notas de prova.

Três Bagos Reserva tinto 2017
créditos: Lavradores de Feitoria

Néctares à venda em hiper e supermercados, mas também em lojas especializadas e garrafeiras, agora com forte presença online.

Do Douro para o Minho

Mais a norte, em Monção e Melgaço, onde nascem os vinhos Soalheiro, a Páscoa é sinónimo de celebração à mesa. Do folar de enchidos ao cabrito assado, passando pela doçaria típica, a região minhota dá sabor à tradição. A Quinta de Soalheiro, uma história de família e legado, sugere os vinhos que bem acompanham os pratos tradicionais da época.

Para começar, sugere-se um brinde com Espumante Bruto Alvarinho (14,00 euros), que, além de um clássico de celebração, destaca-se pela versatilidade gastronómica, o que o torna ideal tanto como aperitivo como para acompanhar assados no forno, como o cabrito ou borrego.

Espumante Bruto Alvarinho
créditos: Quinta de Soalheiro

Para quem prefere os mariscos e peixes na mesa da Páscoa, a sugestão é o Soalheiro Primeiras Vinhas 2019 (16,00 euros), vinho que representa a tradição do produtor pioneiro na criação de Alvarinho em Melgaço e que atualmente o dá a provar a mais de 40 países em todo o mundo.  Produzido com uvas das vinhas mais antigas do Soalheiro, o Primeiras Vinhas expressa a essência do território, com a elegância e subtileza conferidos pelo estágio parcial (15,00 euros) em barricas de carvalho.

Soalheiro Primeiras Vinhas 2019
créditos: Quinta do Soalheiro

Para o fim de refeição, o Soalheiro 9% 2020 (15,00 euros) surge como uma sugestão leve e descontraída para prolongar as conversas à mesa. Este vinho segue um método inspirado na região de Mosel, na Alemanha, que consiste em interromper a fermentação, alcançando um equilíbrio de acidez e ligeira doçura invulgares.

Soalheiro 9% 2020
créditos: Quinta de Soalheiro

Os vinhos Soalheiro encontram-se à venda em garrafeiras por todo o país.

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