Portas do Tejo Espumante branco 2016 (Adega de Almeirim)

O Portas do Tejo é um espumante branco feito do casamento de duas castas – a Chardonnay, tão usada na produção deste vinho; e a Arinto, a segunda casta branca mais plantada em Portugal e tão acarinhada de Norte a Sul do nosso país –, ambas plantadas em vinhas da Charneca do Tejo, em solos arenosos pobres e bem drenados. Um espumante de aromas elegantes, com boca complexa e estruturada e bolha fina e persistente. Ideal como aperitivo e para acompanhar pratos de peixes gordos e leitão assado.

O vinho orça os 10,00 euros

Portas do Tejo Espumante branco 2016 (Adega de Almeirim)
créditos: Vinhos do Tejo

Bridão Reserva branco 2017 (Adega do Cartaxo)

Do Cartaxo, um reserva branco sob da Adega do Cartaxo. Agora na colheita de 2017, o Bridão Reserva branco é um vinho que alia o Arinto à Fernão Pires, a casta branca número um em Portugal e no Tejo. Um branco límpido e brilhante, de cor citrina, e com um aroma intenso a frutos tropicais, a lembrar banana, ananás, manga e maracujá, em harmonia com notas de baunilha. Na boca, é frutado, intenso e fresco, com um final harmonioso, longo e persistente. Ótimo para acompanhar pratos de peixe gordos, complexos e bem condimentados.

O vinho orça os 7,80 euros

Bridão Reserva branco 2017 (Adega do Cartaxo)
créditos: Vinhos do Tejo

Falcoaria Fernão Pires Vinhas Velhas branco 2018 (Casal Branco)

No Falcoaria Fernão Pires Vinhas Velhas branco 2018 o palco é, como o nome indica, todo dado à casta branca Fernão Pires, a menina dos olhos do Tejo. Um branco já várias vezes premiado e destacado pela crítica nacional e internacional, cuja fermentação é feita em cubas de cimento, numa primeira fase, e termina em barricas de carvalho francês, onde posteriormente faz o estágio com bâttonage. Um branco de cor citrino brilhante, com prevalência de aromas cítricos e tropicais, complementados com notas de tosta, oriundas da madeira onde estagiou. Na boca é um vinho marcadamente mineral, com notas de salinidade a expressar de forma evidente o terroir. Destaque para a fruta, em conjugação perfeita com a madeira, e uma boa acidez natural, que lhe dá um grande equilíbrio e longevidade no estágio em garrafa.

O vinho orça os 15,00 euros

Falcoaria Fernão Pires Vinhas Velhas branco 2018 (Casal Branco)
créditos: Vinhos do Tejo

Terra Silvestre rosé 2019 (Agro-Batoréu)

Passamos dos brancos para um rosé de Castelão, com origem nas vinhas da família Batoréu, que desde 1860 produz vinho em Aveiras de Cima. De cor rosa pálida, o Terra Silvestre rosé 2019 tem um aroma intensamente frutado, sabor macio e fresco. Convida a ser bebido a solo, como aperitivo, mas também à mesa, com peixes, carnes frias, marisco e massas ou pizzas.

O vinho orça os 4,50 euros

Terra Silvestre rosé 2019 (Agro-Batoréu)
créditos: Vinhos do Tejo

Quinta da Alorna Castelão tinto 2019 (Quinta da Alorna)

Com uma nova roupagem, a Quinta da Alorna apresenta a sua mais recente colheita de Castelão. De 2019, este Quinta da Alorna Castelão tinto mantém a origem das uvas, provenientes de uma vinha plantada em 1986 em calhau rolado. Nota para o facto de parte do vinho estagiar em barricas usadas de carvalho francês, durante oito meses. Na garrafa, um tinto rubi intenso, com aroma de grande intensidade, a revelar frutos silvestres vivos, um ligeiro mentolado, notas de resina em harmonia com a madeira discreta e muito bem integrada. Na boca, um excelente volume, taninos firmes, acidez muito marcada, onde se evidenciam as notas de frutos silvestres. Final de grande elegância e frescura, companhia certa para um polvo à lagareiro, pratos de caça e queijos maturados.

O vinho orça os 6,99 euros

Quinta da Alorna Castelão tinto 2019 (Quinta da Alorna)
créditos: Vinhos do Tejo

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