As provas de fogo da “cozinha do inferno” forjaram uma amizade que se solidificou em ideias e projetos. Fortalecidos pelo tempo em que trabalharam sob a batuta do chefe de cozinha Ljubomir Stanisic, no programa “Hell’s Kitchen Portugal”, Lucas Fernandes, António Pedro e Diogo Filipe lançaram-se num projeto conjunto com o restaurante minimalista Hell’s Table.

Se Lucas Fernandes está a jogar em casa, António Pedro chega do Porto e Diogo Filipe do Barreiro para apresentarem as suas aptidões culinárias em Vila Verde, distrito de Braga, numa casa com apenas seis lugares que “permitem um trabalho de minúcia que pretende alcançar a perfeição em cada serviço”, resumem os cozinheiros em comunicado. Perfeição que o trio quer estender “à confeção, empratamento, apresentação e na proximidade com que se explica cada detalhe do processo de criação de cada prato, das entradas às sobremesas”.

Hell’s Table, o restaurante minhoto com três concorrentes do “Hell’s Kitchen Portugal”
créditos: Sinopse

No que toca à decoração o novo restaurante minhoto apresenta “um estilo moderno e arrojado, pincelado com alguns elementos clássicos para criar um estilo intemporal”, lemos no comunicado

Assim que as restrições impostas pelo atual estado de emergência, o Hell´s Table abrirá as suas portas. De momento, “os interessados já podem efetuar reservas e marcações através das redes sociais”.

Lucas Fernandes, nasceu em Portugal, mas cresceu na Alemanha, onde recebeu a formação profissional. Trabalhou em hotéis de cinzo 5 estrelas e a bordo de um navio de cruzeiro. Foi também proprietário de dois restaurantes de nome próprio em solo alemão, o Rabatos e o Rabatos Nº2. Regressou a Portugal, onde detém duas empresas. A Finesseleague, que se dedica à produção de carnes maturadas, e a Vintage Sequence, com a criação dos bovinos Wagyu e dos suínos Mangalitsa.

António Pedro, emigrou com 19 anos para a Noruega. Trabalhou como cozinheiro num restaurante com três estrelas Michelin, na cozinha da Ópera Nacional da Noruega e, durante três anos, num projeto próprio que entrou no Guia Michelin durante os três anos. Sete anos depois, regressou a Portugal para participar no “Hell’s Kitchen”.

Diogo Filipe ganhou o concurso “A Revolta do Bacalhau”, em 2008. Pertenceu à equipa olímpica de cozinha durante seis anos, onde conquistou duas medalhas de prata e quatro de bronze. Passou por vários restaurantes nacionais.

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