A ideia de sustentabilidade e de um mundo mais ecológico tem vindo a assumir formas cada vez mais abrangentes. Ser ecológico não passa apenas por separar o lixo, reduzir o consumo de plásticos ou comprar alimentos biológicos. Passa, também, por uma mudança de atitude no nosso dia-a-dia, e inclusive na nossa cama. Uma das tendências para 2015 apontadas pelo jornal El País, é a da prática de um sexo ecológico.

O referido sexo ecológico pretende levar as pessoas a consumir produtos eróticos produzidos com substâncias naturais, mas não só. Também se apela a que depois do ato sexual, o casal tome banho em conjunto para reduzir o consumo de água, apague as luzes durante o ato sexual, ou use velas, para poupar energia. Para os que gostam de usar acessórios, as associações pró-verde aconselham que se compre materiais em madeira certificada, produzida em bosques sustentáveis, ou chicotes feitos de materiais reciclados em vez do couro. Os preservativos devem ser de latex 100% natural e os óleos de massagem orgânicos.

Este é um mercado em verdadeira expansão, pois existem já várias marcas em todo o mundo a oferecer produtos para uma sexualidade mais verde.

Em Berlim, por exemplo, encontra a primeira sex shop totalmente ecológica chamada The Other Nature.
Divinextases, uma marca francesa de cosméticos eróticos, viu a sua faturação triplicar entre 2010 e 2013 e considera que este é um nicho de mercado muito interessante e com potencial. Os Laboratórios franceses Claude, outro dos exemplos, distribuem em farmácias, lojas e sex shops cápsulas 100% orgânicas, para serem usadas entre 30 a 60 minutos antes do ato sexual para um maior prazer, pretendem alargar num curto prazo a oferta dentro da gama dos produtos eróticos.

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