Na sessão de apresentação pública dos resultados do Preliminary English Test (PET) deste ano, obrigatório para todos os alunos do 9.º ano de escolaridade, o ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, anunciou que a partir do próximo ano letivo, de 2015-2016, esta prova de diagnóstico passa a contar como elemento de avaliação dos alunos, cabendo às escolas, “dentro da sua autonomia”, decidir a ponderação a atribuir à prova para a nota final.

Nuno Crato admitiu, no entanto, que o peso do PET para a nota final dos alunos possa ser de 30%, como acontece com as provas finais de Português e Matemática e com os exames nacionais do ensino secundário.

“Apontarei para que as escolas progressivamente passem a ter uma ponderação da classificação externa perto, ou mesmo idêntica, à ponderação que existe para as outras provas, de Português e Matemática, que é de 30%”, disse Nuno Crato aos jornalistas no final da sessão.

O ministro afirmou que esta avaliação deixa de ser apenas um teste de diagnóstico para passar a ser “incorporada na nota”, dando às escolas, no quadro da sua autonomia, “a liberdade óbvia para decidirem como é que isso é feito, qual a ponderação que darão a este teste”.

O PET foi aplicado pela primeira vez este ano letivo, substituindo o Key For Schools, o modelo de prova usado no ano anterior – o primeiro em que foi aplicada uma prova de certificação linguística nas escolas –, que aumentou o grau de dificuldade e exigência.

Com o PET pretende avaliar-se quatro áreas de domínio da língua: compreensão da leitura (reading), expressão escrita (writing), compreensão oral (listening) e produção oral (speaking).

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