Segundo o estudo de Katie Hinde, a quantidade de cortisol - a hormona do stress - no leite materno ajuda a definir o comportamento e a velocidade de crescimento do bebé.

A hormona que é libertada quando alguém está sob stress físico ou emocional foi encontrada no leite materno e parece afetar bebés de forma diferente, dependendo do seu sexo, revela o estudo laboratorial feito em macacos.

As bebés do sexo feminino alimentadas com leite materno, com concentrações relativamente elevadas de cortisol, mostraram mudanças de comportamento, como irritabilidade, medo, raiva e desconforto, que não foram mostrados em filhos alimentados com leite materno em concentrações semelhantes, diz Katie Hinde, bióloga da Universidade de Harvard, no estado de Massachusetts.

Quando o cortisol penetra o organismo, prepara o bebé para lidar com situações de alarme ou de medo, o que potencia o aumento do consumo de glicose no cérebro e a supressão do sistema digestivo.

Os cientistas descobriram que beber leite faz com que as crianças construam rapidamente receptores de cortisol nos seus intestinos para a deteção desta hormona. Tal não acontece quando os bebés bebem leite em pó.

Os bebés alimentados com níveis elevados de cortisol desenvolvem comportamentos tipicamente mais nervosos e concentram-se sobretudo na necessidade de ganhar peso.

Os resultados corroboram a ideia de que "a amamentação é melhor" e que o leite em pó não fornece os mesmos benefícios nutricionais que o leite materno.

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