Visando a integração dos novos alunos das licenciaturas em Economia e Gestão no ambiente académico, e fomentando o espírito solidário, a iniciativa de combate ao desperdício nacional visa este ano, na terceira edição, ultrapassar as mais de 2,5 toneladas de restolho reunidas em 2016 na instituição de ensino, refere uma nota da Católica Lisbon School of Business & Economics.

O projeto “Restolho”, com o mote "uma segunda colheita para que nada se perca", nasceu em 2013, numa parceria entre as organizações de agricultores do norte do Vale do Tejo AGROTEJO e AGROMAIS, com sede na Golegã, a Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome e a associação ENTRAJUDA.

Nas várias campanhas já realizadas em diferentes locais, foi possível reaproveitar 70 toneladas de produtos agrícolas que, de outra forma, seriam desperdiçados.

Estima-se que Portugal perca anualmente cerca de um milhão de toneladas de alimentos produzidos para consumo humano, sublinha a nota.

Segundo a Católica, esta “praxe alternativa” vem “responder a uma tendência nacional e internacional e que passa pela vontade dos jovens em participar cada vez mais em ações de responsabilidade social”.

A universidade cita dados do Global Entrepreneurship Monitor de 2016, o maior inquérito mundial na área do empreendedorismo, segundo os quais 3,2% da população portuguesa em idade ativa está a lançar organizações de missão social.

“São 160.000 pessoas que estão a procurar empreender para criar um mundo melhor. A maioria destes 160.000 potenciais empreendedores sociais são jovens que procuram desenvolver uma carreira que alie a sustentabilidade económica a uma vida com significado e impacto ao serviço da sociedade”, acrescenta.

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