O tratamento através da imunoterapia processa-se pela introdução de determinadas substâncias no organismo (as quais vão induzir o próprio sistema imunitário a produzir células de defesa contra a doença) ou através de anticorpos, produzidos em laboratório, que já são programados para destruir os tumores.

Este tratamento é normalmente introduzido por via endovenosa, para que possa circular através da corrente sanguínea, e de forma sistémica, podendo ser administrado em regime de ambulatório (consultórios médicos, clínicas ou hospitais).

A imunoterapia pode ser classificada em dois tipos distintos:

Terapia activa: ajuda a estimular respostas das células do sistema imunitário da pessoa contra a doença;

Terapia passiva: introdução de anticorpos, na maioria das vezes sintetizados em laboratório, para que auxiliem o sistema imunitário na sua função contra os ataques malignos.

Existem também dois tipos de imunoterapia que já são usados ou que estão em fase de estudo:

Anticorpos monoclonais - são produzidos de forma artificial, em ambiente laboratorial. O tratamento visa acoplar estes anticorpos às células cancerígenas, impedindo o seu crescimento;

Imunoterapias não específicas - esta forma de tratamento procura melhorar as funções do sistema imunitário

Saiba mais em PIPOP - Portal de Informação Português de Oncologia Pediátrica

Projecto da Fundação Rui Osório de Castro

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