Atualmente o pai “ideal” assume um papel de cuidador desde o primeiro momento em que se torna pai.

Segundo a investigadora do Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA) Rita Gomez, as evidências mais recentes na investigação sobre o envolvimento paterno na gravidez e nos cuidados ao bebé indicam que:

  • Em muitos homens o envolvimento emocional com o bebé começa na gravidez das suas companheiras.
  • Nas sociedades ocidentais o valor dominante é o do pai envolvido ou tão envolvido e participante como a mãe.
  • Hoje em dia vigora o papel do pai cuidador em detrimento do modelo tradicional do chefe de família, no qual o homem se ocupava do sustento familiar e da educação dos filhos mais velhos, e não se envolvia nos cuidados aos filhos mais novos.
  • Nas sociedades ocidentais, os papéis de género têm estado em transição e, no que respeita à vivência do nascimento e da parentalidade, o papel do pai tem vindo a ser redefinido.
  • Hoje valoriza-se o envolvimento paterno em todas as esferas e idades das crianças. Os “novos” pais partilham com as mães os cuidados aos filhos desde a nascença.

Texto: Ana Margarida Marques

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