A MM ou Melanocitose Dérmica Congénita costuma aparecer em muitos recém nascidos na região das nádegas e lombar, podendo ser uma pequena mancha ou, dependendo dos casos, cobrir uma área considerável das costas e nádegas. O seu tom é semelhante a de uma nódoa negra, entre um cinzento, roxo e azul escuro e deriva de um conjunto de melanócitos presentes nas camadas profundas da pele. Estes são células produtoras de melanina localizadas na camada superior da derme e são células de pigmento que dão cor à pele.

Inevitavelmente isto pode causar aflição a qualquer pai, mas não se preocupe porque para além de ser benigna, a mesma tende a desaparecer gradualmente. E também não se preocupe se a mancha aumentar de volume perto dos 2 anos, porque é perfeitamente normal. As manchas mais insistentes podem acompanhar a criança até à adolescência e, na maioria dos casos, a mesma desaparece, mas quando tal não acontece, é apelidada de MM persistente, mas, mais uma vez, sem qualquer tipo de risco.

Ainda que possam aparecer em qualquer um dos sexos e em diferentes grupos raciais, é mais comum nas crianças asiáticas – como bem constata o nome – perfazendo cerca de 90%, enquanto que na população negra atinge os 80% e nos caucasianos europeus a incidência é menos de 10%. Porém, não passam de manchas de nascença normais, não são indicativo de nenhum tipo de cancro ou qualquer outro tipo de doença, não são lesões, não tem qualquer tipo de tratamento associado e por norma nem são necessários exames muito detalhados para diagnosticar. No entanto, é primordial que deixe ser o pediatra a ver e a concluir o mesmo.

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