O príncipe Harry e Meghan Markle sempre se revelaram diferentes da grande maioria dos membros da família real britânica. Desde o dia em que anunciaram publicamente o seu relacionamento, os dois passaram por diversos desafios, sendo que 'trabalharam' para a realeza durante, aproximadamente, um ano.

No entanto, não aguentando a pressão que sobre eles era exercida, sobretudo pela imprensa, ambos decidiram afastar-se e deixar de fazer parte do núcleo duro da realeza.

Esta decisão não foi surpreendente para a rainha. Aliás, segundo o jornal The Sun, a monarca queria ajudar o neto e a respetiva mulher, sendo que se chegou a pensar na possibilidade destes passarem um ano sabático em África, ao mesmo tempo que conciliavam este tempo com os compromissos ligados à Commonwealth, no âmbito de projetos humanitários.

Segundo o biógrafo real Robert Lacey, Isabel II já tinha debatido a possibilidade dos duques de Sussex se ausentarem durante um período. "Quando ela se apercebeu de que as coisas não estavam a correr bem, de imediato se lembrou do tempo que ela e o Filipe passaram em Malta, antes dela se tornar rainha, sendo que foi um tempo maravilhoso uma vez que conseguiram viver um pouco de forma normal", explica.

"A ideia, de início, era que eles talvez iriam viver em África, depois mudar-se para o Canadá, devido a todos os contactos que a Meghan lá tinha", adianta Lacey, acrescentando que a rainha queria ainda oferecer a Harry e Meghan responsabilidades ligadas à British Commonwealth of Nations.

No entanto, como é sabido, as coisas acabaram por correr de outra forma.

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