As suas carreiras no cinema passaram para a história. E a sua longevidade com o mesmo companheiro também. O actor e director Paul Newman, 83 anos, e a actriz Joanne Woodward, 78, comemoram esta semana 50 anos de casamento - uma raridade em meio aos troca-troca de parceiros em Hollywood.

Newman e Woodward se conheceram em 1953, quando estudavam representação no Actor´s Studio. Mas o "click" da paixão só se deu cinco anos mais tarde, quando se cruzaram nas rodagens do filme "Paixões que escaldam", de Martin Ritt.

A produção, um melodrama opressivo, foi filmado na altura em que Joanne Woodward era bastante mais famosa que Paul: acabava de ganhar um Oscar por "As três caras de Eva". A actriz marcou a cerimónia de entrega dos prémios por aparecer com um humilde vestido feito a mão, avaliado em apenas 100 dólares.

Newman, na altura, era casado há oito anos com Jackie Witte, com quem teve três filhos, e começava a se destacar como o novo sex symbol da escola Lee Strasberg, destronando Marlon Brando. Ao mesmo tempo que se envolia com Joanne Woodward, conquistava a sua consagração, ao ser premiado em Cannes pelo seu papel em "Paixões que escaldam" e ao ser indicado a um Oscar por "A gata no telhado de zinco quente".

A fórmula do casamento estável é simples para o actor e director: "Para que procurar um hamburguer se tenho em casa um bom filé?" Newman ainda hoje desfaz-se em elogios à mulher. "A Joanne sempre me deu apoio incondicional em todas as minhas decisões e manias, como por exemplo a minha colecção de carros, que ela detesta, mas apóia. Para mim, isso é mesmo amor."

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