A rainha Isabel II tinha algumas paixões e uma delas eram os corgis, os seus adorados cães de estimação.

Aos 18 anos teve o seu primeiro cão, ou melhor, cadela, Susan. Ao longo da sua vida teve mais de 30 'patudos' a maioria descendentes de Susan, curiosamente.

Os animais de Isabel II sempre foram muito mimados, de tal forma que tinham um quarto só para si no Palácio de Buckingham - 'Corgi Room'.

Com o envelhecimento, a monarca decidiu deixar de fazer criação, uma vez que "não queria deixar nenhum cão para trás" se morresse, conforme confessou a um treinador de equitação em 2015.

Contudo, em 2021, durante a pandemia, Isabel II foi presenteada por dois corgis pelo filho, o príncipe André: Muick e Fergus. Este último morreria três meses depois.

No livro 'Isabel II - A Biografia', o correspondente real Marc Roche refere que a soberana sempre "mimou" os seus corgis, que a seguiam "de manhã à noite".

"Os cães estão presentes em almoços íntimos com um pequeno número de personalidades de todos os domínios. A anfitriã pode interromper a conversa com os convidados várias vezes para falar com os cães ou dar-lhes pedacinhos de pão por baixo da mesa", lê-se.

"Os animais nunca são culpados. Quando um corgi morde um criado ou um conselheiro, a responsabilidade é da vítima que assustou o bicho", completa.

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