Mónica Lewinsky, a antiga estagiária da Casa Branca que quase arruinou a carreira política de Bill Clinton, diz que foi vítima de "abuso inapropriado de autoridade, posição e privilégio" por parte do ex-presidente dos EUA, a quem aponta o dedo e lança acusações. "Agora é que me dou conta do problemático que foi até chegarmos os dois à questão do consentimento", critica na crónica que escreve na edição de março da revista Vanity Fair.

Bill Clintou sempre garantiu que a relação adúltera que manteve com a antiga subordinada foi "consensual". Ela não o nega mas também não o assume categoricamente. "Os abusos vieram depois quando me converteram num bode expiatório com o intuito de proteger a sua posição de poder", critica Mónica Lewinsky, atualmente com 44 anos, solidarizando-se com o movimento das vítimas de abuso sexual #MeToo.

A antiga estagiária tinha 22 anos quando se envolveu sexualmente com o ex-presidente dos EUA, na altura com 50 anos. "Ainda estou a processar o que aconteceu comigo", afirma Mónica Lewinsky que, depois do escândalo, chegou a sofrer de stresse pós-traumático. Durante anos, esperou um pedido de desculpas de Bill Clintou. Em vão. "Fui abandonada pela maioria das pessoas que estiveram envolvidas nesta crise", condena.

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