Brilha como Francisca, a vilã na telenovela «Amor maior», transmitida pela SIC, mas a postura com que surge no pequeno ecrã ao interpretá-la contrasta com o modo tranquilo e sereno com que Inês Castel-Branco procura encarar a vida. «Não só gosto de rir como adoro pessoas que me façam rir», confessa a atriz em entrevista à edição de março da Prevenir, a revista líder em saúde, a partir de hoje nas bancas de todo o país.

«É muito importante para mim ter uma rede próxima de amigos em que me posso apoiar e vice-versa», afirma. Uma das suas maiores paixões é, contudo, Simão, seis anos. «Hoje em dia, o amor que me preenche é o do meu filho, que é incrível», confidencia a atriz, uma eterna romântica. «Eu acho que viver sem amor é uma seca», afirma, entre risos. «Já vivi muitas histórias bonitas e considero-me uma sortuda por isso», diz.

Na entrevista, Inês Castel-Branco fala ainda sem pudores sobre o período em que fez psicanálise. «Não é vergonha nenhuma», desabafa a atriz. «O facto de podermos falar com uma pessoa que é totalmente imparcial de tudo o que se está a passar na nossa vida e de nos ouvirmos a nós próprios a verbalizar para um desconhecido os nossos problemas ajuda sempre», assegura.

Inês Castel-Branco acha que viver sem amor «é uma seca»

Texto: Luis Batista Gonçalves com Catarina Caldeira Baguinho e Carlos Ramos (fotografias)

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