Esta terça-feira, dia 21, Júlia Pinheiro esteve à conversa com Olivier, empresário que está a ser julgado em Portugal pelos crimes de burla e branqueamento de capitais. O ex-marido de Cláudia Jacques fez questão de esclarecer o seu lado da história, tendo sublinhado que não se encontra foragido à justiça, tal como alguns meios de comunicação já tinham noticiado.

"Fui indiciado por uns crimes, fui acusado e condenado em dezembro, em Portugal, pelo tribunal de Portimão, em oito anos pelo crime de burla e branqueamento de capitais", começou por explicar.

"Agora, dizer que estou foragido da justiça, que estou a ser procurado, isso é completamente surreal", adianta, visivelmente indignado, acrescentando que o seu advogado apresentou o recurso necessário à condenação de oito anos entretanto determinada.

"O que ninguém fala é que esse processo já foi julgado em França meses antes. É o mesmo processo", sublinha, referindo que as pessoas que apresentaram queixa são as mesmas nos dois países.

"A competência do tribunal tem a ver com o crime, onde é que ocorreram os factos. Todas as reuniões foram em França e o tribunal francês considerou que não houve burla. Fui condenado por abuso de confiança a seis meses, não oito anos, é muito diferente", deu conta.

Posteriormente, e depois de uma conversa acesa, a apresentadora teve a oportunidade de falar com uma jurista que revelou que não seria possível haver uma condenação em dois países, a não ser que o Estado português não tivesse conhecimento do sucedido em França.

Contudo, fez saber que Olivier não anda foragido, uma vez que a condenação definitiva ainda não foi dada.

Assista à conversa.

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