No passado mês de junho, Angelina Jolie afirmou num artigo que escreveu para a revista Elle que o mundo precisava de "mais mulheres malvadas", uma metáfora que decidiu usar para se referir às mulheres que lutam contra as injustiças e abusos.

Foi precisamente este assunto que a atriz de Hollywood voltou a abordar durante uma entrevista ao jornal El País, realizada num conferência de imprensa.

"Os rótulos de mulheres perversas e malvadas só se põem aquelas que sobrevivem a algo. Mas não é que sejam perversas nem malvadas, mas sim porque sofrem e tentam lutar pela sua liberdade e direitos", justificou.

"Como por exemplo poder ir à escola e casar-se com quem quiserem. Há tanta opressão e abusos que se faz contra as mulheres em todo o mundo. Quando essa mulher se defende é acusada de ser agressiva. Mas só está a lutar porque foi afetada", sublinhou.

Também na sua visão, a "mulher não tem de ser mais forte do que homem", uma vez que a maneira de evoluir é através de um equilíbrio necessário.

"Normalmente dizemos que uma mulher forte tem de vencer o homem, ser como ele ou mesmo que não precisa dele, mas precisamos uns do outros e aprendemos uns com os outros. Assim esta mensagem é para as meninas: que encontrem o seu próprio poder, mas que aprendam com eles [com os homens]", completou.

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