José Castelo Branco fez uma entrada triunfal no Tribunal de Famalicão, ao princípio da manhã de hoje, sexta-feira, pronto a testemunhar no julgamento do caso das orgias.

Vestido de forma excêntrica, como é seu hábito nos grandes momentos, o “conde” saiu do carro com sua mulher, Betty Grafstein, e caminhou de braço dado com ela enquanto era fotografado por dezenas de repórteres.

Interrogado sobre o que iria dizer em tribunal, Castelo Branco mostrou-se pouco falador: “Só a verdade, meu querido, só a verdade…”, respondeu ele.

Um jornalista ainda insistiu (“E qual é essa verdade?”), mas o “marchand” de arte fechou-se em copas e lembrou que o julgamento está a decorrer à porta-fechada: “Isto não é à porta fechada? Então, reduzam-se…”

Castelo Branco foi citado como testemunha por um empresário de Famalicão que está a ser julgado por, segundo a acusação, ter obrigado a mulher a participar em orgias sexuais, sob ameaça de arma de fogo.

O arguido sustenta que a mulher participou nessas “festas” de livre e espontânea vontade e chamou em sua defesa José Castelo Branco e Lady Betty Grafstein, que também teriam participado nessas orgias.

Numa primeira fase, Castelo Branco negou que tivesse alguma coisa a ver com o assunto, mas foi modificando a sua versão à medida que foram surgindo vídeos e fotos comprometedoras, em que ele surgia em cenas de sexo com o tal casal de Famalicão.

Mais recentemente, o famoso “marchand”, cantor e “entertainer” disse à revista “Nova Gente” que resolveu fazer uma “regressão” e um “teste do polígrafo” e que era forçado a concluir que, sim senhor, esteve nas tais “festas”. Mas (ressalva importante!) sublinhou que o devem ter “drogado”, porque não se lembra de nada…

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