Bob Dylan viu-se envolvido numa enorme polémica depois de ter sido tornado público que o músico, de 81 anos, colocou à venda edições limitas do seu livro, 'A Filosofia da Canção Moderna', assinadas com 'autógrafos falsos'.

Vários fãs pagaram 600 euros por uma cópia autografada da obra, mas que na verdade foi assinada por uma máquina que copiou a assinatura do músico.

Os chefes da editora Simon and Schuster, responsáveis pela venda do livro, reconheceram o erro e ofereceu reembolso aos lesados, levando igualmente a uma reação pública de Dylan.

"Sei que houve alguma controvérsia com as assinaturas numa edição limitada de 'A Filosofia da Canção Moderna'. Em 2019, sofri um caso sério de vertigens que continuou durante a pandemia", afirmou, na sua conta oficial de Facebook, explicando que este foi o motivo pelo qual deixou de assinar presencialmente os livros.

"Preciso de ter comigo uma equipa de cinco pessoas a trabalhar nestas sessões de autógrafos, e não conseguíamos fazê-lo em segurança enquanto o vírus andava à solta. Pelo que, durante a pandemia, foi-me impossível assinar o que fosse e as vertigens não ajudaram", reforçou.

A sugestão de assinar as obras com recurso a uma máquina surgiu por parte da editora e Bob Dylan acreditou que seria algo normal e recorrente.

"Disseram-me que este tipo de coisas se faz constantemente, no mundo da arte e da literatura. Foi um erro crasso e quero retificá-lo imediatamente", assegurou, lembrando que será dado o cada comprador o reembolso imediato do valor que pagaram para ter 'A Filosofia da Canção Moderna' autografado.

Leia Também: Bob Dylan. Fãs pagaram 600 euros por livro autografado por uma máquina

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