Foi uma das muitas revelações que Meghan Markle fez na polémica entrevista que deu à apresentadora e empresária norte-americana Oprah Winfrey e que o mundo ficou a conhecer no passado dia 12. "Três dias antes do nosso casamento, eu e o Harry [de Inglaterra] casámo-nos. Ninguém o soube. Ligámos para o arcebispo e pedimos-lhe para nos fazer uma cerimónia só para nós porque o nosso casamento seria um espetáculo para o mundo", confidenciou a ex-atriz norte-americana, duquesa de Sussex.

"Os votos que escrevemos no nosso quarto foram aqueles que pronunciámos no nosso jardim na presença do arcebispo de Canterbury", referiu ainda a antiga estrela da série de televisão "Suits". Apanhado de surpresa pela (in)confidência, Justin Welby invocou o sigilo profissional, em declarações ao jornal italiano La Repubblica, para não esclarecer a polémica afirmação. "O casamento legal teve lugar no sábado [19 de maio de 2018]. Eu assinei o certificado de casamento, que é um documento oficial", esclarece.

"Teria cometido uma infração penal grave se tivesse assinado um documento falso", refere o arcebispo britânico. Justin Welby recusa-se, no entanto, a comentar as palavras de Meghan Markle. "O casamento legal teve lugar no sábado mas não falarei de nada acerca dos outros encontros que tivemos", limitou-se a dizer o religioso. Muitos comentadores interpretam as declarações como uma confissão implícita, uma vez que não nega categoricamente a realização da cerimónia íntima a 16 de maio.

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