Após um ano de interregno devido às restrições impostas pela COVIID-19, o Festival Iminente, regressa ao convívio dos seus públicos com uma programação que se prolonga até 10 de outubro, domingo.

O festival instalou-se nos antigos terrenos da Fábrica de Gás da Matinha, frente ao Tejo, para apresentar três palcos (“Gasómetro”, “Choque” e “Cine-Estúdio”), peças de arte criadas propositadamente para a ocasião, zonas de restauração, lojas e um skate park. Junto a este último foi instalado um half-pipe, intervencionado pela dupla Halfstudio, e uma estrutura onde haverá demonstrações de skate e breakdance.

Pelo palco “Gasómetro” passam artistas como Pongo, Plutónio, The Alchemist, Emir Kusturica & The No Smoking Orchestra, Dino D`Santiago, Nenny David Bruno, Ana Moura e Jorge Palma.

O palco “Choque” abre todos os dias com as talks com temas como "O papel da arte e da cultura na agenda 2030" (sábado), e "Amor: cuidar de quem cuida", no domingo. Naquele palco atuam, entre outros, Llama Virgem, Ricardo Toscano, Holly, G Fema e Batucadeiras Finka Pé.

No palco “Cine Estúdio” atuam, entre outros, Victor Torpedo and The Pop Kids, Scúru Fitchádu, Batida, PAUS, Silverio, Eu.Clides e Fogo Fogo.

Entre os patrocinadores do festival (e da Galeria Underdogs) está a cerveja Sagres que convidou artistas plásticos para, a partir de mobiliário de esplanadas já obsoleto no Festival Iminente, darem-lhe uma nova vida. Stephan Art, Harte One, Kiam, CreyZ ou Oxi, estão entre os criadores que participam na intervenção.

“Estas peças intervencionadas serão posteriormente vendidas/leiloadas e o valor arrecadado será doado na sua totalidade às associações dos bairros que nesta edição fizeram parte do projeto “BAIRROS: Workshops Artísticos Comunitários Iminente”.

Música, artes visuais, debates. Lisboa ganha nova energia até domingo com o Festival Iminente
Uma das obras criada a partir do mobiliário obsoleto de edições anteriores do festival. créditos: Sagres

Entre os artistas que criaram a partir do mobiliário das esplanadas está Stephan Art: “a intervenção que fiz para a cerveja Sagres foi uma mensagem com letras a sobrevoar um céu colorido, com raios e trovões em transformação, dirigidos a vários pontos de destino. No oceano azul em que navegamos, o céu é o limite e guia-nos até onde queremos chegar enquanto traçamos as nossas metas e destinos”, sublinha para ilustrar a obra que concebeu.

Ainda no que toca a obras de arte, algumas ficarão no local depois de o festival terminar, como a parede que o norte-americano JonOne pintou no decorrer do evento ou a frase de grandes dimensões que o português Obey SKTR pintou numa das paredes: "We are the children of concrete and steel" ("Somos os filhos do cimento e do aço", em português). O recinto expõe peças de Raquel Belli, Nuno Viegas, Exas, Pipoca e Mariana Miserável.

Num dos armazéns foi criada uma zona de lojas. Não faltam zonas de restauração, com bares, esplanada e food trucks.

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