A programação artística do festival pretende ir ao encontro de um grande leque de espectadores, que vão ter a oportunidade de fazerem as suas escolhas e estar presentes nos espaços interiores e exteriores do Fórum da Maia, bem no centro da cidade, onde decorre toda o programação desta festa anual do teatro cómico.

De Espanha e das suas diversas comunidades estarão presentes 14 companhias vindas da Galiza (Pedras de Cartón; Peter Punk Pallaso; Elefante Elegante; Prod.Teatrais Excêntricas e Culturactiva),  Catalunha (La Industrial Treatera e Inda Pereda), País Basco (Malas Compañias Zirko Caldea e Oihulari Klown); Castela e Leão (Teatro Corsário), de Madrid (Fabiolo Productions, Yllana e Totonco Teatro) e Andaluzia (Malvaloca). A Alemanha conta com 2 companhias (Teatro Só, luso-alemã e Thorsten Grutjen, artista alemão radicado há anos em Portugal) e 1 vem do México (Aziz Gual).

Destas companhias estrangeiras são estreadas em Portugal oito novos espetáculos. São oito as companhias portuguesas presentes (Diana Sá; Victor Valente; Marionetas Rui Sousa; Companhia do Chapitô; Trigo Limpo/ Teatro Acert/; Companhia XPTO; Oli and Mary e Teatro dos Aloés).

Esta edição promete ser muito variada em termos de disciplinas e estéticas teatrais; apresentará múltiplos temas e tipos de humores de que o Teatro se serve para representar artisticamente a vida da humanidade, a sua efemeridade, contexto e circunstância.

Estarão em cena o amor e o desamor, a solidão, o medo de viver, as alegrias e o sofrimento, o estado calamitoso em que vive climaticamente o planeta, o Covid19 e suas novas variantes e outras doenças, a guerra e seus horrores, quem foge dela e os que procuram melhores condições vida noutros países, um dia de sol e um bom encontro, os que são solidários e os que oprimem, da violência contra as mulheres, das vítimas do racismo, dos que riem e logo choram, a saudade, nós e os outros, a pobreza e o fanatismo, do saber e da ciência e o regresso das mezinhas e dos milagres, a morte do conhecimento e ignorância como divisa.

Ao palco vão subir textos e personagens criados a partir dos grandes clássicos da literatura universal como Cervantes e D. Quixote mais Sancho Pança; Shakespeare do Romeu e Julieta e da Lady Macbeth; dos Livros Sagrados das Religiões e profanos pecados dos seus seguidores; da paz e da guerra com Napoleão em seu cavalo branco ou como o poder gera novos monstros; o Jardim das Delícias de Bosch ou o Eden de Adão e Eva que se transformou no Inferno; pessoas desabrigadas e outros vivendo em lixeiras filosofando sobre o mundo; dos que vivem da rua como “La Violetera, entre muitos outros.

Os bilhetes para o Festival Internacional de Teatro Cómico da Maia têm um custo de cinco euros. Existe ainda um Passe Fidelidade (acesso a 3 espetáculos), por 12 euros, e uma Passe Festival, por 50 euros, que dá acesso a todos os espetáculos. Consulte aqui a programação.

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