Num comunicado hoje divulgado, a OMT (United Nations World Tourism Organization, UNWTO) sublinha que as perspetivas para o resto do ano continuam incertas e pede “uma maior coordenação entre países no que diz respeito a protocolos de viagem que permitam a reativação segura do turismo e evite mais outro ano de enormes perdas para o setor”.

“Se o final de 2020 já foi difícil, o turismo mundial sofreu novos reveses no início deste ano, com os países a endurecerem as restrições de viagens como resposta a novos surtos do vírus”, refere a OMT.

Segundo a última edição do Barómetro Mundial do Turismo da UNWTO, todas as regiões do mundo continuaram a registar fortes quedas das chegadas no primeiro mês do ano.

“Os testes obrigatórios, as quarentenas e, em alguns casos, o encerramento total das fronteiras têm dificultado o reinício das viagens internacionais”, adianta a OMT, sublinhando que, além disto, a chegada de vacinas e a administração tem sido mais lenta do que o esperado, atrasando ainda mais o recomeço do turismo.

Todas as regiões do mundo têm sido duramente atingidas, com a Ásia e Pacífico a ser a região que continua a ter o nível mais elevado de restrições e a registar o maior declínio nas chegadas internacionais, designadamente um recuo de 96% em janeiro.

Em janeiro, a Europa e a África sofreram ambas um declínio de 85% nas chegadas, enquanto o Médio Oriente registou uma queda de 84%.

As chegadas internacionais na América caíram 79% em janeiro, depois de terem registado resultados ligeiramente melhores no último trimestre de 2020.

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