Até ao final do século, dar-se-á a extinção de algumas espécies vegetais e animais terrestres
e o aparecimento de novas estirpes marinhas, em Cascais.

Esta é uma das principais
conclusões do Plano Estratégico de Cascais face às Alterações Climáticas (PECAC), elaborado
pelo CCIAM – Climate Change Impacts, Adaptation and Mitigation e promovido
pela Agenda Cascais 21 em colaboração com o Departamento de Ambiente da Câmara
Municipal de Cascais.

Ao nível da biodiversidade prevê-se a extinção de várias espécies de répteis, anfíbios e
insectos, sendo de esperar, por outro lado, o aparecimento de novos exemplares de uma
forma natural, no meio marinho. Aqui, poderá verificar-se o aparecimento de mais espécies
do que as que irão desaparecer e, com o potencial aumento da quantidade de outras
como o polvo e choco, o saldo poderá mesmo ser positivo.

No que diz respeito aos recursos hídricos, prevê-se a redução da escorrência anual das
ribeiras, resultado do aumento de secas prolongadas e uma diminuição em 50% do volume
extraível de água no concelho, até finais do século. Nas zonas costeiras de Cascais, as consequências sentir-se-ão na diminuição da área útil
dos areais das praias. De acordo com esta investigação, até 80% poderá desaparecer até ao final do século.

Texto: Luís Melo

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