Passaram-se 15 anos desde a Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres e, portanto, desde a criação de normas jurídicas que defendem os direitos das mulheres em todo o mundo, direitos esses salvaguardados e vigiados por órgãos próprios.

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É o caso do Comité das Nações Unidas para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres (o «Comité CEDAW») e do Representante Especial do Secretário Geral das Nações Unidas para a violência contra as mulheres em situações de conflito, recentemente designado.

Porém, as atrocidades de que as mulheres são vítimas continuam. Um novo estudo da OMS, realizado em 10 países, indica que entre 15% e 71% das mulheres denunciaram violências físicas ou sexuais por parte do marido ou de um parceiro.

E entre 4% e 12% das mulheres denunciaram abusos físicos durante a gravidez, para além de que todos os anos são assassinadas cerca de 5 mil mulheres por familiares em nome da sua honra.

Os números são assustadores, pelo que a Alta Representante da União para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, Catherine Ashton, lançou um repto: "O Dia Internacional da Mulher constitui uma boa oportunidade para cada um de nós reflectir sobre a sua responsabilidade na erradicação das desigualdades entre homens e mulheres. Isto é também verdade em matéria de relações internacionais, em que todos devem desempenhar o seu papel para atingir este objectivo comum. A paz e a segurança sustentáveis não podem ser alcançadas sem a total participação das mulheres".

8 de Março de 2010

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