Somos todos parte do problema – e somos todos parte da solução, defende Selina Juul, fundadora do Movimento dinamarquês “Stop Wasting Food”. As associações de consumidores devem pedir condições especiais aos fabricantes. Os restaurantes e cantinas podem reduzir o desperdício alimentar e poupar assim muito dinheiro.

1. Planeie as suas compras

Nunca é demais dizer que não se deve ir ao supermercado sem uma lista de compras e com a barriga vazia. O mais certo é acabar por comprar muitas coisas que não precisa e que fazem mal à saúde. Vá lá, bastam cinco minutos para rever a despensa e o frigorífico.

2. Data de validade

Quando chegar a casa com nova remessa de alimentos, faça como os repositores do supermercado: chegue os produtos mais antigos para a frente, para que terminem primeiro. E raramente vale a pena comprar grandes quantidades, mesmo que haja descontos. O mais certo é esses alimentos estarem próximos do fim da validade e acabarem no lixo.

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3. Leve as sobras de comida no restaurante

A comida que fica no prato vai direta para o lixo. Peça para levar, seja para o almoço do dia seguinte, seja para alimentar o seu animal de estimação.

4. Aproveite a fruta feia

os agricultores conseguem escoar os alimentos que ninguém queria, os comerciantes ganham uma pequena margem de lucro e os consumidores ficam com alimentos ricos em vitaminas a preços mais acessíveis.

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créditos: Sarah Phillips

5. Dê a quem mais precisa

Fez uma festa e sobrou comida? Vai de férias e não quer deixar o frigorífico cheio? Contacte o Banco Alimentar, a Refood ou outra instituição para que esses alimentos cheguem a outras pessoas mais necessitadas.

6. Congele se não consumir nos dias seguintes

A fruta madura serve para fazer sumos e batidos. O peixe ultracongelado tem todas as propriedades nutricionais do fresco, é mais barato e é muito prático para refeições apressadas. E se cozinhou massa a mais (esparguete, lacinhos, etc.) passe-a por água e congele em pequenas porções – quando necessitar é só usar o microondas.

7. Reduza o uso do plástico

Um material que leva 500 anos a decompor não é sustentável. Prefira garrafas de vidro, recipientes de metal e sacos de papel. Recicle tudo o que for possível e beba água da torneira – em Portugal tem uma qualidade excelente e fica muito mais barato.

Afinal os plásticos também libertam gases com efeito de estufa

8. Consuma produtos sazonais e de proximidade

Por um lado está a apoiar a agricultura nacional, por outro a reduzir o impacto ambiental no que respeita ao transporte dos bens até à loja. Além disso, os alimentos atingem o máximo das suas propriedades nutricionais na estação de que são característicos, são mais económicos, saudáveis e saborosos.

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