O ritmo acelerado e as rotinas dos nossos dias levam a que muitas pessoas vivam como “máquinas pré-programadas”, reagindo impulsiva e repentinamente a questões que as incomodam, sem ter tempo ou disposição para agir de forma ponderada.

Esta situação verifica-se também no contexto dos condomínios, originando problemas e conflitos que, com calma e ponderação, seriam totalmente evitáveis.

Nesta fase sensível que Portugal e o mundo se encontram a viver, torna-se ainda mais importante refletirmos sobre a forma como cada pessoa se relaciona com o condomínio, lembrando algumas atitudes que rapidamente se percebe não resultarem da melhor forma:

1 – Quando está com presa e o elevador demora, não adianta carregar insistentemente no botão de chamada e muito menos pressionar em simultâneo nos botões de para cima ou para baixo, independentemente da direção para onde quer realizar a sua ‘viagem’. Acredite que esta é a forma mais rápida de o elevador chegar ao patamar da chamada.

2 – Não pagar a quota do condomínio como represália por desavença com vizinhos ou possível falha do administrador não resolve nenhum propósito. A quota continua a ser devida, acumulando juros e penalizações que o condomínio tenha deliberado para o atraso no pagamento das quotas. Assim, a falta de pagamento apenas originará custos acrescidos à divida para com o condomínio.

3 – Também se revela contraproducente a recusa em assinar a ata de uma assembleia no caso de não concordar com alguma deliberação, já que a mesma, quando tomada por maioria válida, é vinculativa para todos os condóminos.

4 – Deixar que o condomínio seja uma responsabilidade dos vizinhos não resulta, porque todas as frações desse espaço, incluindo a sua, acabam por perder valor caso o prédio se torne decadente.

5 – Dizer as verdades que os vizinhos “precisam ouvir” em ambiente de zanga e em tom de acusação também não é uma atitude que apresente resultados positivos. O vizinho vai defender-se, atacando da forma mais feroz que conseguir.

Apresente os factos de modo educado e com calma, procurando perceber o lado do outo e ajudando a encontrar uma solução de compromisso.

Garantindo estes pressupostos, teremos uma vida em condomínio mais fácil, mais equilibrada e mais eficaz. Por isso, diga não ao piloto automático do dia a dia e invista em fazer da ponderação a base para uma vida mais feliz – dentro e fora de portas.

Autor: Loja do Condomínio

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