Se precisar de recorrer a um deles, sabe a qual se deve dirigir?

«Existe alguma sobreposição no campo de ação de uns e de outros e a investigação mostra que, em diversas situações (por exemplo depressões relativamente graves) os maiores sucessos são, por vezes, obtidos por uma psicoterapia (geralmente levada a cabo por um psicólogo) conjugada com apoio medicamentoso (geralmente a cargo de um psiquiatra)», explica Vítor Rodrigues, psicólogo clínico, com larga experiência nesta área.

«Do mesmo modo que os medicamentos não permitem alterar a informação de uma pessoa, resultante da sua história de vida, há situações em que uma pessoa está momentaneamente tão angustiada, triste e culpabilizada ou mesmo agitada, delirante até, que o psicólogo não consegue ajudá-la a lidar com a informação, a gerir a ansiedade ou a encontrar sentido», revela ainda este especialista.

Vítor Rodigues explica ainda que «nesse caso, os medicamentos administrados por um psiquiatra podem tornar-se fundamentais e imprescindíveis, até que o paciente fique suficientemente calmo ou lúcido para poder beneficiar de uma psicoterapia. Também são numerosos os casos em que a medicação não chega, sendo útil a intervenção do psicoterapeuta para ajudar a pessoa a reformular-se, conhecer-se, modificar modos de pensar, de reagir e de sentir», esclarece o psicólogo clínico», sublinha ainda.

Texto: Teresa d'Ornellas com Vítor Rodrigues (psicólogo clínico)

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